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24 maio 2021

Resenha: Sol da Meia-Noite - Stephenie Meyer

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Editora: Intrínseca
Ano: 2020
Páginas: 736
Tradutor: Maria Silva

                                                       

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal. [+]

28 dezembro 2020

Resenha: Quase uma Rockstar - Matthew Quick

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Editora: Intrínseca
Ano: 2015
Páginas: 256


                                                               

Amber Appleton tem dezessete anos, está no ensino médio e mora em um ônibus. Desde que o namorado da mãe as expulsou de casa, Amber, a mãe e Bobby Big Boy, o leal vira-lata da adolescente, estão acampados no Amarelão, o transporte escolar que a mãe de Amber dirige. Apesar de as coisas não estarem boas para o seu lado, Amber, que se autoproclama Princesa da Esperança, se recusa a desistir.

Em vez disso, ela foca todas as energias em ajudar as pessoas à sua volta: incluem-se aí a mãe alcóolatra, os amigos estranhos e excluídos, o Padre Chee e as Divas Coreanas por Cristo, uma octogenária cega e pessimista e um veterano de guerra solitário que escreve haicais. Mas quando uma tragédia faz seu mundo desabar por completo, Amber não consegue mais enxergar a vida com os mesmos olhos. Será que no meio de tanta tristeza e sofrimento ela vai recuperar a esperança? [+]


07 setembro 2020

Por dentro da tela: O vendedor de sonhos

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Ano: 2016
Duração: 93 min

 

 

SINOPSE 


 

Júlio César (Dan Stulbach), um psicólogo decepcionado com a vida em geral, tenta o suicídio, mas é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o "Mestre" (César Troncoso). Uma amizade peculiar surge entre os dois e, logo, a dupla passa a tentar salvar pessoas ao apresentar um novo caminho para se viver. 

 

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11 julho 2020

Resenha: The Outsiders: Vidas sem rumo - S. E. Hinton

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Editora: Intrínseca
Ano: 2020
Páginas: 240


                                                 


Publicado pela primeira vez em 1967 e imortalizado em 1983 pelo filme de Francis Ford Coppola, The Outsiders: Vidas sem rumo é um clássico da literatura jovem que transformou o gênero ao tratar, com complexidade e sensibilidade, de uma juventude marginalizada em um cotidiano sombrio e violento.

Na pequena cidade de Tulsa, em Oklahoma, a rivalidade entre dois grupos cresce a cada dia. De um lado estão os Greasers, com suas jaquetas de couro, o cabelo com brilhantina, os canivetes em punho e o cotidiano marcado pela falta de perspectiva e pelas brigas em terrenos baldios. Já os Socs moram no lado rico da cidade, frequentam os melhores lugares e conseguem se safar das piores situações, inclusive quando decidem espancar os Greasers.

Caçula do grupo, Ponyboy Curtis tem apenas quatorze anos. Junto dos irmãos Darry e Sodapop e dos companheiros Greasers, ele tenta encontrar uma forma de escapar de uma vida sem futuro em um lugar onde tudo se resume a ser rico ou pobre. Apaixonado por cinema e por livros, Ponyboy encontra nessas histórias uma chance de conhecer outra realidade. Tudo parece sob controle, até que uma perseguição dos Socs tem um desfecho inesperado e perturbador. Nada será como antes, mas os Greasers são uma verdadeira família e farão de tudo para protegê-la. [+]


25 agosto 2019

Resenha: Areia Movediça - Malin Persson Giolito

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Editora: Intrínseca
Ano: 2019
Páginas: 352


Toda história tem mais de um lado. Em qual deles você vai acreditar?

A vida de Maja Norberg parecia incrível: ela era jovem, bonita, inteligente e popular. Nada iria dar errado. Até que houve o tiroteio na escola: seu namorado e sua melhor amiga estão mortos e ela é a única acusada dos crimes. Maja não consegue refazer mentalmente os caminhos que a colocaram nessa situação, mas uma coisa é certa: ela é a adolescente mais odiada da Suécia.

Após nove meses na prisão, é hora do julgamento. Os advogados estão usando todos os recursos possíveis para provar sua inocência, mas a promotoria, a mídia e os olhares de todos à sua volta nitidamente desejam o oposto.

Narrado do ponto de vista de Maja, que trata o leitor como um confidente, Areia movediça entrelaça as memórias da garota a um cenário de tensão racial e econômica que, aos poucos, ajuda a revelar as peças de um surpreendente quebra-cabeças. Panorama perspicaz de uma juventude desmoronando, o livro toca em temas como imigração, conflito de classes e o isolamento adolescente, embalados por uma ótima narrativa de crime e tribunal. [+]



Classificação:    





"Sempre havia algo mais dentro dele. Era mais do que tristeza. Não era ódio; o ódio é simples, e Sebastian nunca foi fácil de entender. Nunca tive medo do que ele poderia fazer comigo, nem mesmo no fim, mas estava sempre ansiosa. Mesmo naquelas primeiras semanas, tudo era sempre mais de uma coisa, era uma mistura: difícil, fácil e agradável, engraçado, horrível e maravilhoso." Página 188



Areia Movediça é o livro de autoria de Malin Persson Giolito cuja série homônima lançada pela Netflix foi baseada, no Brasil a obra foi lançada pela Editora Intrínseca e desde a divulgação do lançamento - tanto do livro, quanto da série - fiquei interessada em conferir a história. Sou apaixonada pela área de investigação criminal e este livro apresenta o crime, além de toda a investigação e o júri, o que torna a leitura completa e interessante para aqueles leitores que gostam deste gênero.

Maja Norberg é uma adolescente aparentemente normal, seu namorado Sebastian vêm de uma família com boas condições financeiras e ela acaba aproveitando todas as oportunidades que o dinheiro lhe proporciona. Um dia tudo muda, Sebastian invade a sala de aula e mata seus colegas de classe, e Maja é a única sobrevivente do massacre. Agora a adolescente está sendo julgada como cúmplice do namorado e apesar de as chances de ser inocentada serem mínimas, Maja não desiste de provar sua inocência, apesar de ser a responsável pela morte de Sebastian, ela afirma que não sabia dos planos de Sebastian para aquela manhã.

Areia Movediça é um livro envolvente e que mostra ao leitor o antes e o depois da vida de Maja, dando a oportunidade de conhecer melhor as nuances e a personalidade da protagonista, além de ter uma visão dos motivos de Sebastian para fazer o que fez. Outra personagem de importância na história é Amanda, melhor amiga e confidente de Maja, que foi uma das vítimas do ataque à escola, além de ser peça fundamental para a investigação do que aconteceu, é uma das personagens bastante exploradas durante a apresentação da história de Maja.

A autora traz em Areia Movediça questionamentos sobre a sociedade em que vivemos, além de mostrar os diversos gatilhos que poderiam ter motivado Sebastian a cometer este crime. São abordados no livro temas como a diferença entre classes sociais, imigração, o distanciamento dos adolescentes, drogas, conflitos raciais e depressão, o que torna a leitura um pouco difícil se você é sensível a temas mais complicados de serem abordados. O desfecho da história me surpreendeu e pretendo assistir a série na Netflix logo para ver como ficou a adaptação do livro para as telas.

O trabalho editorial não deixou a desejar, a capa filme chama atenção dos leitores que - assim como eu - gostam desse estilo de capa. Os capítulos são bem divididos e em bom tamanho, tornando a leitura fluida, e há uma divisão bem marcada quando há cenas de flashbacks da vida de Maja. O livro ser contado em primeira pessoa pela protagonista dá ao leitor uma melhor visão de como Maja está enfrentando tudo o que tem passado ao longo de sua adolescência e o quanto sua vida mudou após o atentado de Sebastian, a cobertura da mídia é bastante explorada na narração e por ser um crime que tem como país a Suécia, acaba sendo bem mais noticiado do que seria se a autora escolhesse os EUA como país de origem, por exemplo. Esta leitura é indicada para os leitores que são apaixonados por histórias de investigação criminal e aqueles que se interessaram pela premissa da série, tenho certeza de que não irão se arrepender.




"Não consigo ver os jornalistas, mas sua empolgação com essa nova história aumentou em vários graus a temperatura no tribunal. Eles estão ansiosos para relatar isso, e já esqueceram de que há pouco estavam contando uma história completamente diferente. Agora, eles permitirão que seus leitores e espectadores conheçam de verdade  o homem mais rico da Suécia." Página 209

06 julho 2019

Por dentro da tela: O Bom Sam

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Data de lançamento: 16 de maio de 2019
Duração: 1h 29min
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidade: EUA



Quando um misterioso bom samaritano, mais conhecido como "Good Sam", passa a distribuir 100 milhões de dólares para pessoas aparentemente aleatórias de Nova York, a repórter Kate Bradley (Tiya Sircar) é encarregada de descobrir a identidade e o motivo por trás das ações do sujeito. O que ela não esperava é ver a própria vida transformada dos pés a cabeça. 






Classificação:        






O Bom Sam é aquele filme que você fica instigado a conferir por causa da sinopse e logo  nos primeiros minutos já se apaixona pela produção. A forma com que a história nos mostra que há razões para acreditar em empatia, generosidade e em milagres é emocionante e me deixou extremamente feliz por ter escolhido este filme para assistir.

Kate Bradley é filha de um senador e trabalha como repórter no Canal 12, lá ela sempre é levada a cobrir as matérias que envolvem desgraça, porém por ser extremamente impulsiva e se colocar em situações perigosas, a diretoria a afasta da cobertura de notícias perigosas. Mesmo contrariado, seu chefe lhe dá a missão de investigar o caso de uma senhora que recebeu 100 milhões de dólares na porta de casa e a única pista é um saco verde com um oito pintado. Ao entrevistar a mulher, Kate começa a buscar mais informações sobre a identidade da pessoa que agora ficou conhecida como O Bom Samaritano, quando mais pessoas recebem a mesma quantia e da mesma forma, Kate vai mais a fundo e tornou pessoal a descoberta da identidade desta pessoa, pois ela acredita que ninguém faz uma caridade desta sem ter um motivo obscuro.

O Bom Sam é um filme que nos leva a acreditar que ainda existem pessoas boas no mundo, é claro que Kate demora um pouco para aceitar isso, e com razão, porém o desfecho da produção é maravilhoso. Sem dúvidas este foi um dos melhores filmes que vi em 2019 e indico para todos que querem uma história cativante e que nos faz acreditar na bondade das pessoas.




27 fevereiro 2019

Resenha: As viúvas - Lynda La Plante (Dolly Rawlins #1)

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Editora: Intrínseca
Ano: 2018
Páginas: 400

Livro que inspirou o filme estrelado por Viola Davis com roteiro de Gillian Flynn.

Dolly, Linda e Shirley não eram grandes amigas nem tinham nada em comum até que os maridos morrem juntos operando uma tentativa de assalto. Cada uma a seu modo está enfrentando o luto quando Dolly é surpreendida por descrições detalhadas de todos os roubos realizados e planejados pelo marido. Ela se vê diante de uma encruzilhada: pode se livrar daquilo tudo e voltar à sua vida pacata ou entregar a descoberta aos criminosos que querem tomar o lugar do falecido. Mas ninguém cogitaria sua aposta em uma terceira alternativa: recrutar as outras viúvas e concluir aquela última missão.

Sozinhas e sem experiência no mundo do crime, as três começam os preparativos para a operação, porém o caminho até o roubo perfeito não se mostra exatamente simples. Mesmo com o cenário ideal para o crime ideal, será que mulheres de luto conseguirão concretizá-lo?

Com protagonistas femininas fortes e uma narrativa intensa, As Viúvas inspirou a adaptação com direção de Steve McQueen McQueen (12 Anos de Escravidão) e roteiro de Gillian Flynn. Protagonizado por Viola Davis e com grandes nomes no elenco, como Liam Neeson, Colin Farrell e Michele Rodriguez, o filme — já cotado para o Oscar — estreia no Brasil dia 29 de novembro.

Classificação:     



"O cofre de Harry a aguardava. Dolly se ressentia da intromissão constante e da suposição arrogante daqueles policiais de que, em seu "estado delicado", ela vacilaria e os levaria a algo capaz de arruinar o nome e a reputação de Harry. Na verdade, a presença deles garantia exatamente o contrário: embora Dolly estivesse morrendo por dentro, as instruções de Harry lhe deram ânimo. Ao segui-las, ela o manteria vivo." Página 37


As viúvas é uma leitura que fiz por causa da ampla divulgação do filme, quando vi que seria lançado pela Intrínseca não hesitei em fazer o pedido e adorei a história criada por Lynda La Plante. Apesar de se tratar de um livro sobre crimes, a leitura é divertida e nada monótona. As protagonistas têm suas histórias bem desenvolvidas e fiquei presa na leitura do início ao final. 

A história começa quando os maridos de Dolly, Shirley e Linda morrem em um assalto que foi frustrado. Harry, marido de Dolly, deixa para ela pistas de onde encontraria seus livros caixa e lá havia os nomes de todos os criminosos da área, além de todo o plano que foi bolado para fazer o grande assalto que findou sua vida. Dolly encontra os materiais do marido, mas precisa escondê-los do homem que está tentando ocupar o lugar de Harry no mundo do crime. Ao mesmo tempo que precisa manter sua segurança, Dolly é seguida pela polícia que procura desmascarar Harry como o ladrão que foi durante sua vida. 

Ao perceber o quê deu errado durante o assalto, Dolly decide procurar as outras viúvas para bolarem um plano e concluírem o assalto dos finados maridos. Porém Dolly precisa encontrar uma quarta mulher que esteja disposta a arriscar tudo e embarcar nessa jornada criminosa. 

As viúvas é uma leitura envolvente e as reviravoltas deixaram o livro ainda melhor, fiquei ansiosa para conferir a adaptação e a continuação da história de Dolly e suas companheiras. A narração é feita em terceira pessoa e os capítulos são bem divididos, além de contar com cenas dos diversos personagens para dar ao leitor uma melhor visão da história. A capa é chamativa e combinou perfeitamente com a história, a diagramação e revisão estão boas, o que deixa a leitura ainda melhor. Este é um livro indicado para os leitores que gostam de uma boa história e descobrir com os protagonistas que nada é exatamente o que parece à primeira vista. 


"Agora, também teriam que decorar a rota exata do dia do grande assalto - mas já estavam muito longe de serem aquelas viúvas fracas, chorosas e aflitas que se encontraram na sauna tantos meses atrás. Agora,  elas eram uma equipe, Dolly sorriu. Independentemente de suas falhas, seu humor e sua inexperiência, elas eram uma equipe. A sua equipe. E nada nem ninguém as deteria." Página 236

24 dezembro 2018

Por dentro da tela: Bird Box

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Data de lançamento: 21 de dezembro de 2018 
Duração: 1h 57min
Direção: Susanne Bier
Elenco: Sandra Bullock, Trevante Rhodes, Sarah Paulson
Gêneros: Terror, Suspense
Nacionalidade: EUA



Em um mundo pós-apocalíptico, Malorie (Sandra Bullock) e seus filhos precisam chegar em um refúgio para escapar do Problema, criaturas que ao serem vistas fazem pessoas se tornarem extremamente violentas. De olhos vendados para não serem afetados, a família segue o curso de um rio para chegar à segurança.




Classificação:     




Bird Box é uma adaptação que saiu no catálogo da Netflix dia 21 de dezembro e tem sido muito divulgada nos últimos dias. O filme é baseado no livro de Josh Malerman, Caixa de Pássaros, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca e já resenhado aqui no blog. 

Assim como todos os que já tiveram a oportunidade de ler a obra, estava ansiosíssima para o lançamento, consegui ver ontem e me surpreendi. Como fiz a leitura de Caixa de Pássaros em 2015 não lembro de muitos detalhes do livro e acredito que isso foi fundamental para que deixasse de lado a impressão de que a adaptação "não é fiel" e aproveitasse o filme. 

A produção nos mostra um mundo pós-apocalíptico em que as pessoas precisam usar vendas se quiserem sobreviver. Assim como no livro, o filme mescla cenas do começo do surto até cinco anos depois em que Malorie precisa sair de seu esconderijo com os filhos para buscar um local seguro para ficarem. 

Malorie estava grávida quando tudo começou, após uma consulta de rotina pode ver o quê acontecia com as pessoas que viam as criaturas e logo após se suicidavam. Uma das vítimas foi a irmã de Malorie e agora ela precisa encontrar um jeito de sobreviver, uma estranha a ajuda e logo após tira a sua própria vida. Malorie agora mora em uma casa com pessoas estranhas e elas precisam encontrar um meio de se ajudar e sobreviver a esse caos. Cinco anos depois, Malorie e seus filhos - Garoto e Menina - embarcam em uma viagem extremamente difícil, mas que poderá ser a sua única esperança. 

Como adaptação o filme pode ter desapontado alguns leitores, porém como li a obra anos atrás e não lembro de muitos detalhes achei o filme fantástico. Sandra Bullock deu um show de atuação, como sempre, as crianças foram muito bem escolhidas e conseguiram cativar o telespectador. As cenas foram bem desenvolvidas, as paisagens são maravilhosas, os efeitos são bem trabalhados e sem dúvidas é um filme marcante. O único ponto que senti falta no filme foi a super audição das crianças, que é bastante explorada no livro, porém nada que tenha me deixado insatisfeita com a adaptação, muito pelo contrário, o filme é maravilhoso. 






16 setembro 2018

Por dentro da tela: Pais e Filhas

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Data de lançamento 19 de maio de 2016 
Duração: 1h 56min

Gênero: Drama
Nacionalidades: Itália, EUA



Nova York, 1988. Novelista mentalmente instável (Russell Crowe) tenta criar sozinho a filha de cinco anos após a morte da esposa. Vinte anos depois, a garota, já adulta (Amanda Seyfried), cuida de crianças com problemas psicológicos e ainda tenta entender sua complicada infância.





Classificação:      






Pais e Filhas é um filme que estava esperando para assistir há muito tempo. Gosto muito dos filmes da Amanda Seyfried e a sinopse deste acabou me deixando intrigada, já que mostra o quanto a vida da pequena Katie mudou com os acontecimentos em sua infância. Sua mãe faleceu em um acidente de carro e seu pai era bastante instável. O homem chegou a deixá-la na casa dos tios para fazer tratamento e melhorou por um tempo, porém tinha convulsões frequentes e em um dos episódios veio a falecer.

Vinte anos depois, Katie não consegue se envolver com nenhum homem e tem uma vida bastante conturbada. O único ponto em que ela é estável é em sua carreira, já que ajuda crianças com problemas psicológicos e precisa trabalhar com seus demônios internos para conseguir ajudar quem designam para ela. 

A produção intercala cenas de Katie em sua infância, com sua vida já adulta, dando uma dimensão maior de sua vida e como seu caráter foi formado na primeira infância. Um relacionamento amoroso é inserido na fase adulta e Katie acaba se autossabotando diversas vezes, já que não sabe lidar com o afeto recebido. 

Pais e Filhas é um filme emocionante, a atuação da Amanda Seyfried está perfeita e passa ao telespectador toda a carga dramática na vida de Katie. Com uma história complexa, atores excelentes e cenas desesperadoras, Pais e Filhas me conquistou logo nos primeiros minutos. Sem dúvidas é um filme indicadíssimo para aqueles que gostam de dramas familiares e histórias que envolvem o lado psicológico das relações. 




17 agosto 2018

Por dentro da tela: Mentes Sombrias

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Título original:  The Darkest Minds
Distribuidor: Fox Film do Brasil
Ano de produção: 2018




Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes da América, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui.




Classificação:       







Mentes Sombrias foi um dos últimos livros que solicitei para a Intrínseca e pouco depois recebi o convite para a pré-estreia, então acabei assistindo ao filme sem antes ter feito a leitura e *caramba* que filme maravilhoso. Ainda essa semana vou iniciar a leitura para ver se os quesitos adaptação e fidelidade ao livro se aplicam, mas já adianto que avaliando apenas o filme, a produção me conquistou.

Tudo começa quando uma doença está assolando a América e a maioria das crianças está morrendo, dentre as sobreviventes está Ruby Daily que ao completar dez anos é retirada de sua família e levada a um dos campos de custódia. Em sua admissão o médico explica que há uma hierarquia de poderes: verdes, azuis, dourados, vermelhos e laranjas, e que os dois últimos seriam exterminados por segurança. Em sua avaliação, Ruby percebe qual é sua classificação e faz com que o médico a coloque no sistema como verde. Seis anos se passam e em um dos testes que são feitos, descobrem que na verdade Ruby é laranja e com ajuda a jovem consegue escapar do campo e é apresentada para a Liga, um grupo que ajuda as crianças saírem dos campos e serem treinadas para combater o sistema. 

No caminho, há a interação entre Ruby e Zu, e a garotinha recolhe a protagonista em seu carro sem avisar seus companheiros de viagem, Chubs e Liam. Agora os quatro precisam fugir dos rastreadores, da Liga e do governo que querem os aprisionar novamente, e partem em busca de um local que é considerado o refúgio das crianças e adolescentes especiais.

O filme me conquistou em tudo, as atuações são ótimas, a história é bem desenvolvida e conta com cenas engraçadas, mas a maior parte são cenas de ação que foram bem trabalhadas e com efeitos surpreendentes. Os personagens são desenvolvidos e mostram crescimento durante a trama, as músicas são perfeitas e o final me deixou sem palavras. Sem dúvidas, é um filme indicado para aqueles que curtem distopia e histórias marcantes.