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24 maio 2021

Resenha: Sol da Meia-Noite - Stephenie Meyer

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Editora: Intrínseca
Ano: 2020
Páginas: 736
Tradutor: Maria Silva

                                                       

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal. [+]

10 maio 2021

Resenha: A trança - Laetitia Colombani

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Editora: Intrínseca
Ano: 2021
Páginas: 208
Tradutor: Dorothée de Bruchard

                                            :          


Fenômeno de vendas internacional conta a história entrelaçada de três mulheres em continentes diferentes, mas com a mesma sede de liberdade


Smita é uma intocável, membro da casta mais inferior da Índia. Seu grande sonho é ver a filha escapar da condição miserável em que vivem e ter acesso à educação formal. Na Sicília, Giulia trabalha como ajudante na oficina do pai. Mas, quando ele sofre um acidente e ela precisa assumir o comando, logo percebe que o negócio está à beira da ruína.

No Canadá, Sarah é uma advogada renomada. Quando está prestes a ser promovida a chefe no escritório em que trabalha, descobre estar gravemente doente.

Sem saber que estão conectadas por suas questões mais íntimas, Smita, Giulia e Sarah recusam o destino que lhes está reservado e decidem lutar contra ele. Vibrantes, suas histórias remontam a uma imensa gama de emoções muito familiares e que, por isso, tecem uma trama que fala sobre dois aspectos essenciais de nossas vidas: esperança e solidariedade. [+]


30 abril 2020

Resenha: Ho'oponopono - Carole Berger

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Editora: Pensamento
Ano: 2020
Páginas: 160
Tradutor: Marcelo Brandão Cipolla




    


Este precioso guia o conduzirá através das leis simples do Ho'oponopono, a sabedoria ancestral dos anciãos havaianos. Ao praticar o arrependimento, o perdão, a gratidão e o amor, alcançamos a cura de nós mesmos e dos nossos relacionamentos com os outros. Repleto de pequenas preciosidades de sabedoria e lindamente ilustrado, este livro mostra como podemos nos libertar de antigas memórias e traumas, e aprender com todas as situações que nos são apresentadas. Uma dádiva inspiradora para todos que buscam a sábia instrução da prática do Ho'oponopono.



13 dezembro 2018

Resenha: A essência do mal - Luca D'Andrea

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Editora: Intrínseca
Ano: 2018
Páginas: 368

Jeremiah Salinger ganha a vida fazendo documentários, até que se muda com a família para uma região remota da Itália. Lá, após um acidente com o helicóptero em que está fazendo uma filmagem, passa a ser atormentado pela ideia de que existe nas montanhas ao redor uma força que não consegue entender e a que chama de A Besta.

Anos depois, em um passeio com a filha no Bletterbach — um desfiladeiro com toneladas de fósseis —, Jeremiah escuta uma conversa que lhe dá um novo foco na vida. Em 1985, três jovens foram mortos ali, e seus corpos, desmembrados por um assassino que nunca foi descoberto.

Para solucionar o mistério, que marcou uma cidade inteira por décadas, Jeremiah mergulha em um quebra-cabeça macabro e fascinante.



Classificação:       


"Ainda tinha os pesadelos.
Eu revia a Besta. Ouvia o sibilo. Mas a Besta estava menos presente, a sua voz estava mais abafada, como se pertencesse a outra vida. Não era mais uma lembrança que me devorava, mas alguma coisa indefinida e indefinível. Longe, para minha sorte." Página 106


A essência do mal é um livro que estava em minha lista de desejados desde o lançamento, porém como coincidiu de terem lançamentos que gostaria de ler antes só fui solicitar para a Intrínseca recentemente e se arrependimento matasse já estaria acabada. Como vocês já perceberam, adoro livros sobre investigação criminal e apesar de o autor envolver sobrenatural na narração acabei me apaixonando pelo livro, a história é envolvente, os personagens foram bem construídos e a trama é surpreendente.

Tudo começa quando Jeremiah Salinger sofre um acidente enquanto gravava um documentário apresentando a rotina dos homens que trabalhavam no Socorro Alpino dos Dolomitas, neste deslizamento ele é o único a sobreviver e faz uma promessa para Annelise, sua mulher, e pelo bem da família afirma que terá um ano sabático e não irá mais se arriscar. Algum tempo depois, Clara pede ao pai que a leve em um museu e lá Jeremiah escuta sobre o Massacre de Bletterbach, acontecido em 1985, em que três jovens foram desmembrados na caverna e trinta anos depois o culpado ainda não tinha sido descoberto. Como forma de se manter ativo, Jeremiah começa a investigar mais sobre o que aconteceu com Evi, Markus e Kurt, mas isso pode ser muito mais perigoso do que se arriscar durante as filmagens de seu documentário.

Quanto mais Jeremiah investiga, mais percebe que os moradores não querem que a verdade seja descoberta, além disso o homem acredita que o massacre pode estar relacionado com o seu acidente e que um ser sobrenatural pode estar por trás dos dois ocorridos. Esta é uma narração eletrizante que faz o leitor acompanhar as investigações de Jeremiah e descobrir se o quê aconteceu em Bletterbach é obra de um ser sobrenatural ou o ápice da maldade humana. 
  

"- Você tem essa menina, Salinger. Você pode ser feliz. Essa não é a sua gente. Não é o seu lugar. Você não acha - ele apontou a minha filha na janela - que tem algo melhor pelo que lutar?" Página 175


A essência do mal é um dos thrillers que ficou para a lista de favoritos do gênero, confesso que estava receosa com o lado sobrenatural que o autor Luca D'Andrea inseriu na narração, porém isso tornou a obra singular e não uma história semelhante às dezenas que já li. Jeremiah é um personagem obstinado e que em muitas vezes me fez questionar a sua sanidade, pois suas buscas acabaram tendo consequências terríveis em sua vida pessoal, acidentes e o distanciamento de sua mulher e filha, mas o desfecho da história me surpreendeu e fez com que o protagonista conseguisse se redimir de todas as suas falhas durante a investigação. Clara, a filha de Jeremiah, é uma adição importante para a história e torna a leitura um pouco mais leve em suas aparições, além de ser uma peça importante para a resolução da trama. 

E se não bastasse a história ser maravilhosa, a edição da Intrínseca ficou perfeita. O livro é em capa dura e a imagem escolhida ilustra a essência do livro, os capítulos são narrados por Jeremiah e fazem com que o leitor mergulhe com o protagonista na investigação do massacre e tire suas próprias conclusões, mas tenha em mente que nada é o que parece ser em sua superfície. Esta é uma trama complexa e quanto mais o protagonista investiga, mais ele descobre que existem muito mais segredos a serem desenterrados da cidade e que pessoas próximas de sua família podem fazer parte deste mistério. Sem dúvidas recomendo a leitura para todos os leitores que gostam de thrillers e, assim como eu, gostam de mergulhar nas investigações dos personagens e descobrir por sua conta o quê aconteceu com as vítimas. 


"B de "besteira".
Mas eu não fiquei para descobrir novos detalhes sobre o massacre do Bletterbach. Fiz isso para afastar a Besta. Se me concentrasse na história do Bletterbach, eu não pensaria em todo aquele branco que a tempestade fizera cair sobre Siebenhoch, nem na velocidade com que a minha mente havia desabado. Um prego para substituir outro prego." Página 183


15 agosto 2018

Resenha: Uma certa crueldade - Sophie Hannah

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Editora: Rocco
Ano: 2018
Páginas: 464
Tradutor: Alexandre Martins

Cinco palavras-chave percorrem o novo romance da britânica Sophie Hannah ligando as diversas camadas e tramas paralelas da história, que traz de volta o casal de detetives Simon e Charlie, de A vítima perfeita e A outra casa. Dona de uma obra respeitada e de um estilo sofisticado, a autora apresenta um suspense policial que não se resume a buscar a solução do crime. Tão importante quanto solucioná-lo é investigar as características psicológicas e emocionais de seus personagens. No caso de Uma certa crueldade, a premissa é levada, de fato, para o divã. É no consultório de uma hipnoterapeuta que as histórias de Amber Hewerdine e da policial Charlie se cruzam. A primeira perdeu sua melhor amiga num incêndio e, desde então, sofre de insônia e ansiedade; já Charlie deseja parar de fumar. Num esbarrão na sala de espera, Amber lê, por acaso, no caderno da investigadora: “Gentil, Cruel, Meio que Cruel.” Pouco depois, sob hipnose, se ouve repetindo essas mesmas palavras aparentemente sem sentido, mas cruciais para a polícia na investigação de dois incêndios criminosos.


Classificação:       



"Se algo acontece uma vez podemos não prestar muita atenção. Se acontece duas vezes ou mais, começamos a identificar um padrão. A psique humana adora tanto os padrões que faz de tudo para encontrá-los sempre que pode, até mesmo os vendo onde não há nenhum." Página 218


Uma certa crueldade foi lançado em abril pela Editora Rocco e é de autoria de Sophie Hannah, apesar de adorar thrillers e livros de investigação policial nunca havia lido nada da autora e me arrependo amargamente por isso, afinal, essa obra é genial. Não demorei muito a escolher esse livro para avaliação dentre os lançamentos e agora estou ansiosa para ler as outras duas obras da autora que também foram publicadas pela Rocco: A vítima perfeita e A outra casa. 

Como nos é apresentado já na sinopse, o livro começa quando Amber Hewerdine decide ir a uma consulta com uma hipnoterapeuta para tentar curar sua insônia, porém como Ginny ainda não chegou ao consultório há uma interação entre Amber e Charlie, uma mulher que deseja parar de fumar e que acaba dando seu horário para Amber poder se consultar e chegar no horário certo para pegar Nonie e Dinah na escola. Durante a hipnose, Amber fala as palavras Cruel, Gentil e Meio que Cruel, sem saber do que se trata começa a fazer uma busca em suas lembranças e percebe que a mulher que encontrara mais cedo é a chave para o mistério. Porém Amber acaba se tornando a única suspeita de um assassinato, já que estas palavras foram encontradas em uma cena de crime. 

Apesar de ser suspeita, um dos policiais acredita em Amber e começam uma investigação paralela para desvendar o que aconteceu. Quanto mais descobrem, mais Amber tem certeza de que a mesma pessoa matou Katharine Allen e Sharon Lendrim, mãe de Dinah e Nonie, e melhor amiga de Amber. Com uma trama intensa, Sophie Hannah prende a atenção do leitor do início ao final do livro e faz com que diversas teorias para a ligação entre estes dois crimes sejam avaliadas, porém nada é o que parece e as pistas são apresentadas aos leitores em doses homeopáticas e que culminam em uma trama bem elaborada e inacreditável. 



"Não contei a Simon porque não há motivos sólidos para pensar que haja alguma ligação entre Little Orchard e qualquer assassinato, o de Katharine Allen ou o de Sharon. Uma conexão em minha mente não é a mesma coisa que uma conexão no mundo real." Página 251


Como vocês já devem ter percebido, sou a louca dos thrillers e acabo lendo muitos mesmo, mas Sophie Hannah conquistou um lugar na minha estante e no coração. Este é um livro fenomenal, sério, e já li muitos livros deste gênero e não foram muitos os que prenderam a minha atenção tanto quanto Uma certa crueldade. A história, a escrita, os personagens e o trabalho editorial foram bem elaborados e me conquistaram logo no início da obra. A história é bem amarrada e tudo começa a fazer sentido apenas no final da leitura, os personagens são bem descritos e extremamente comuns, tornando a leitura ainda mais verossímil. 

Com relação a edição não tenho ressalvas também, a capa está bem trabalhada e combina com o que será exposto no livro. A diagramação é simples, os capítulos são divididos em datas que facilitam o entendimento dos fatos e a revisão está ótima. Uma certa crueldade é um livro indispensável para aqueles, assim como eu, são apaixonados por investigações policiais. 



"- Algumas verdades não são nem de longe tão ruins quanto você acha que são.
Isso faz com que me sinta bem por alguns segundos. Até ele dizer:
- Outras são piores." Página 416


11 novembro 2017

Resenha: As garotas de Corona del Mar - Rufi Thorpe

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Editora: Novo Conceito
Ano: 2017
Páginas: 288

Amizade entre garotas pode ser intensa e, no caso de Mia e Lorrie Ann, não há dúvidas de que isso é verdade.

À medida que crescem, a vida de Mia e Lorrie Ann é preenchida com praia, diversão e passeios ao shopping.

Por outro lado, como toda amizade, há conflitos e dores. 

Mia e Lorrie Ann convivem há muito tempo e possuem personalidades opostas. Mia é a bad girl , vivendo em uma família problemática. Lorrie Ann é linda e amável, quase angelical, e tem uma família que parece ter sido arrancada de um conto de fadas. 

Mas, quando uma tragédia acontece, a vida perfeita sai fora de controle...



Classificação:    


"Para ser honesta, me senti insultada porque a tristeza dela parecia de alguma forma me excluir. Eu nos imaginei chorando juntas, imaginei que a confortava. Sempre compartilhamos até mesmo as menores e mais ridículas tragédias. Mas em vez disso ela estava por trás de camadas e mais camadas de vidro. Isso me deixava furiosa. Eu estava com dezessete anos; tinha uma pedra negra como coração; o que mais posso dizer? Mas a Lorrie Ann havia sofrido uma perda profunda." Página 23



As Garotas de Corona del Mar é um dos lançamentos de 2017 da Editora Novo Conceito e a obra conta grande carga dramática com o passar dos capítulos. Somos apresentados para Mia e Lorrie Ann, duas amigas com personalidades e vidas distintas que - em certo ponto da narração - acabam se afastando por causa de suas vidas.

Mia sempre invejou a vida de Lorrie Ann, acreditava que a família da amiga havia saído de um comercial de televisão e que a melhor amiga era dona de uma sorte sem precedentes. Isso começa a mudar quando Lor sofre uma perda e sua vida começa a ruir. Uma gravidez não planejada, a perda de uma pessoa importante, doenças na família e vício em drogas são apenas alguns dos assuntos abordados durante a leitura, conferindo intensidade a cada capítulo em que imergimos na vida destas amigas.

Anos depois de ter perdido o contato com a amiga, Mia têm uma vida com Franklin e tudo ia relativamente bem, até receber uma visita de Lorrie Ann e agora a enxurrada de informações sobre o passado das duas ameaça ruir a vida que Mia procurou construir ao se afastar de Corona del Mar e tudo o que este lugarzinho representava para elas. Este é um livro bastante pesado e a cada capítulo o leitor é levado a se questionar o quanto a vida das garotas mudou com o passar dos anos e todos os acontecimentos a que foram submetidas. 



"Então, minha vida tornou-se minha novamente. A narrativa envolvia apenas eu, Franklin e as maravilhas da antiga Suméria, e eu não tinha de me preocupar com minha gêmea oposta, que tinha má sorte ou estava sendo punida por pecados que eu não compreendia. Deixada sozinha, eu era mais feliz, de forma rica, profunda e silenciosa." Página 89


Comecei a leitura de As Garotas de Corona del Mar sem esperar muito já que livros com carga bastante dramática acabam surpreendendo ou me decepcionando pela forma com que o autor conduz a história e, não me entendam mal - o livro é bom, mas não é tudo o que achei que fosse. A vida de Lorrie Ann e Mia é afetada por vários acontecimentos no decorrer da amizade e ao mesmo tempo que uma busca de afastar a outra quer proximidade e vice-versa, porém a autora tratou de muitos temas complexos e essa intensidade acabou sendo demais a meu ver. Alguns personagens importantes para o desenvolvimento da trama foram deixados de lado pelas protagonistas e isso acabou me frustrando, já que gostaria saber qual fora o fim que eles tiveram. O desfecho das protagonistas é interessante e depois de tamanho sofrimento não era de se esperar que não sofressem com as consequências de suas decisões. 

Com relação à edição,  a capa representa bem a infância das protagonistas em Corona del Mar, até então uma vida sem muitas preocupações. A diagramação e a revisão estão boas, mantendo o padrão da editora em suas publicações. A leitura mostra o passado e futuro se intercalando e a cada capítulo somos jogados em uma espiral de sentimentos que a leitura nos proporciona, confesso que demorei bastante para fazer a resenha já que não sabia como me expressar, espero que tenha conseguido. Para quem gosta de livros intensos, com grande carga dramática e emocional, esta é uma dica de leitura que, sem dúvidas, irão aproveitar mais do que eu. 



"Ela ergueu o rosto e seus olhos estavam tão vazios e azuis que eu quase derrubei a xícara. Senti vergonha imediatamente. Eu era como uma criança brincando com uma boneca, tentando colocar a Lorrie Ann sentada à mesinha de chá que era a vida arruinada dela, só para poder evitar a dor de ter de admitir que era uma vida arruinada, e que a Lorrie Ann não era nada além de uma boneca estragada, um cadáver na parede." Página 148


12 setembro 2017

Resenha: Os paradigmas de Amy - Alexia Road

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Editora: Pandorga
Ano: 2017
Páginas: 98

Uma mulher dentre milhares.
Uma mulher que não foi a primeira e nem será a última.
Uma mulher que faz parte de uma porcentagem assustadora.

Amy Bennett vive em uma cidade parada no tempo, onde os homens são postos em um pedestal. Aos 18 anos, ela se casou com o herdeiro mais poderoso da cidade, Mark. E, com essa convivência, ela descobriu o melhor e o pior lado do amor.
Amy está condenada a momentos de dor, sofrimento e angústia. E é obrigada a mostrar para a sociedade que tudo está perfeito, quando, na verdade, seu maior desejo há anos é ser livre.
Ela não tem para onde correr, o que fazer e mal sabe o que sentir.
Essa história nada mais é do que sobre uma mulher e o quanto ela se descobriu ao perceber a força que tinha guardada dentro de si mesma.


Classificação:      


"Nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo. Nunca pensei que poderia ser feliz e livre. E isso foi uma escolha minha." Página 54


Os paradigmas de Amy, escrito por Alexia Road e publicado em 2017 pela Editora Pandorga é um livro breve e atemporal, mas com uma mensagem extremamente importante para os leitores.  A protagonista Amy Bennett se viu obrigada a casar com seu namorado de escola por causa da crise que sua família estava passando, com a ajuda de seu sogro a família de Amy se reergueu e agora seu pai faz com que ela continue com o casamento, mesmo que isso custe sua felicidade.

Aos dezenove anos Amy estava grávida e Mark, seu marido, está cada vez mais distante, não a respeita e muito menos sua gravidez. Quando Thomas nasce as agressões e o abuso pioram, porém ela se vê presa ao casamento porque agora têm uma criança para cuidar. Thomas é um garotinho inteligente e radiante e, sem perceber, acaba mudando a vida da mãe completamente ao sofrer um pequeno acidente, ao ser levado ao hospital é atendido por Matthew, um médico atencioso e que se encanta por Amy e seu filho. Aos poucos o relacionamento deles se estreita, mas tudo pode ir por água abaixo caso Mark descubra, mesmo que não aja nada para descobrir além de uma amizade.

Este foi um dos livros que me chamou atenção no catálogo da Pandorga e logo solicitei para avaliação e sem dúvidas foi uma bela surpresa. A forma com que a autora trata de assuntos complicados como violência doméstica e abusos, fez com que a leitura fosse complexa, mas não algo ruim de se ler. É interessante ver como Amy tirava forças para continuar por causa de seu filho e como aos poucos superou os anos que passou à mercê do marido foi o que mais me encantou durante a leitura. A capa é bonita e mostra a protagonista, bem como imaginei durante a leitura, a diagramação do livro é bem simples, mas cumpre bem seu papel e a revisão está ótima, tornando a leitura ainda melhor. Este é um livro indicado para os leitores que gostam de dramas familiares, com protagonistas fortes e muito sofrimento, mas que sempre há algo para se tirar da história e, é claro, muita superação. 


"A felicidade é para aqueles que a querem, os que têm força de vontade suficiente para conseguir. Os que seguem o coração e sabem a hora de quebrar os próprios paradigmas. Aqueles que fazem acontecer. E nós fizemos." Página 92


02 agosto 2017

[Top Comentarista - Agosto]

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Olá, leitores.

Em agosto o prêmio será BONECO DE PANO, para concorrer basta deixar um comentário nessa postagem e comentar nas postagens do blog. O sorteio será como o que foi realizado anteriormente, não será necessário comentar em todas as postagens, mas a cada comentário é uma chance a mais de ganhar.


Fique atento às regras:


  • Deixar um comentário nesta postagem com seu nome completo e e-mail para contato.
  • As postagens de promoções não serão válidas para o Top Comentarista.
  • Será contabilizado apenas um comentário por postagem.
  • O ganhador deverá ter endereço de entrega no Brasil.
  • A promoção é válida de 01/08/2017 a 31/08/2017 e os comentários deverão ser feitos até a data estipulada para o último dia da promoção e apenas em postagens publicadas entre estas datas. Lembrem-se de comentar algo RELEVANTE e que mostre que você leu a postagem.
  • O vencedor deverá responder o e-mail enviado pelo blog em até 4 dias. Caso não o faça, o sorteio será refeito. 
  • O prêmio será enviado pelo blog em até 45 dias contados a partir da resposta do vencedor. Em caso de atrasos o vencedor será informado.
  • O exemplar é o que recebi da editora para resenha, portanto foi lido uma vez, mas como estou em uma fase desapego decidi sorteá-lo no blog. Ele está novinho, já que sou bastante cuidadosa.  

29 maio 2017

Resenha: Trono de Vidro - Sarah J. Maas

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Editora: Galera Record
Ano: 2013
Páginas: 392




Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, uma jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina e a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo.



Classificação:      




"Ela se lembrou das três grandes cicatrizes nas costas. Mesmo se conquistasse a liberdade... mesmo se conseguisse viver em paz em algum lugar... as cicatrizes sempre a lembrariam do que suportara. E que embora fosse livre, outros não eram." Página 32


Trono de Vidro é o primeiro livro da série publicada no Brasil pela Galera Record, de autoria de Sarah J. Maas. Conheci a série por um amiga - que está me emprestando os livros - e logo nos primeiros capítulos já me apaixonei pela história. Celaena Sardothien é conhecida como Assassina de Adarlan e é extremamente letal. Quando capturada foi enviada para as minas de Endovier e lá ficou até Dorian, o príncipe de Adarlan, escolhê-la como sua assassina para a competição que o Rei está realizando para definir quem será o novo assassino que responderá às ordens do Rei de Adarlan. Apesar da animosidade com Dorian e Chaol, o capitão da guarda, Celaena vê nessa competição a oportunidade para ser livre, ou melhor, estar buscando a liberdade já que caso seja eleita a vencedora irá trabalhar para o rei algum tempo e depois será livre. 

Tudo ia relativamente bem, apesar de ser obrigada a treinar e passar por todos os tipos de prova visando ganhar a competição. Celaena adotou o nome de Lillian, encontrou uma amiga nos corredores do castelo - Nehemia, a princeda de Eyllwe - e começou a se entender com Chaol, porém um à um os campeões estão sendo mortos, nas batalhas e fora delas, pois os competidores estão sendo encontrados sem vida e com alguns símbolos pelo corpo. Ao encontrar uma passagem em seu quarto, Celaena começa a investigar as mortes por conta e algo ameaça a sua segurança, isto é, se não estivesse ameaçada durante as batalhas programadas pelo Rei de Adarlan. Este é um livro diferente dos que estou acostumada a ler, mas as batalhas de Celaena Sardothien me conquistaram logo nos primeiros capítulos e estou ansiosíssima para saber o que acontecerá a seguir na vida da Assassina de Adarlan. 



"O capitão tomou um gole na taça. Apesar de arrogante, ela era esperta, relativamente gentil e até tinha algum charme. Onde estava aquela escuridão? Por que não aparecia logo para que ele pudesse atirá-la na masmorra e dar um fim àquela competição ridícula? Algo poderoso e mortal escondia-se dentro de Celaena, algo de que Chaol não gostava.
Ele estaria pronto... quando a hora chegasse, estaria esperando. Imaginava apenas qual deles sobreviveria." Página 105



Trono de Vidro é uma série complexa, com muitos detalhes do reino, mas que conta com uma personagem bastante forte e independente que deixa muitos protagonistas masculinos no chinelo. Desde o início a vida da protagonista é apresentada como sendo extremamente sofrida, seus pais foram assassinados, ela foi criada para ser uma assassina e conseguir sobreviver no reino, capturada e mandada para as minas sem quaisquer perspectivas de sobreviver ela vê nessa competição sua única chance de ser livre e está empenhada em sair vitoriosa. Chaol é o personagem que mais gostei e espero que ele seja bem explorado nos livros posteriores, já estou no começo do segundo livro e a cada capítulo que leio a vontade de chegar ao último cresce para que eu possa conhecer e entender todas as batalhas travadas por Celaena. 

Com relação à edição não tenho pontos negativos a citar, pois a capa é linda e bastante chamativa e percebi que a editora manteve o padrão da série. A revisão e a diagramação estão boas, letras em bom tamanho e tudo o que contribui para tornar a leitura ainda melhor, sem dúvidas um ótimo livro para todos que gostam do gênero. 


"Ela se sentia inconsequente - inconsequente e selvagem. O que estava fazendo em um palácio? Por que ela - a Assassina de Adarlan! - estava participando de uma competição absurda para provar que era a melhor? Ela era a melhor!" Página 175

12 abril 2017

Resenha: Escuridão, seja minha amiga - John Marsden (Amanhã#4)

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Editora: Fundamento
Ano: 2009
Páginas: 232

Você voltaria para ajudar seus pais, mesmo que isso custasse a sua vida e a dos seus melhores amigos? 

Depois de um pequeno descanso, Ellie e seus companheiros voltam para casa. E retornam para a triste realidade da invasão que mudou radicalmente a vida deles. Mas um novo desafio os aguarda. Para ajudar o grupo de elite do capitão Iain, eles precisam sabotar o recém-construído - e enorme - aeroporto militar erguido em Wirrawee, a pequena cidade natal dos nossos heróis. 

Mas as coisas ficam muito difíceis. O grupo de Ellie agora é de apenas cinco amigos. Eles estão mais maduros, mas também exaustos por causa dos horrores que experimentaram. Será que algum dia poderão viver novamente sem ter que se esconder ou planejar cada passo? Os amigos querem a paz, mas não vão espera-la sentados. Por isso, eles se arriscam em um plano muito perigoso. E descobrem, mais uma vez, que não tem mais ninguém com quem contar. 

Escuridão seja minha amiga é o quarto volume da série que foi escolhida como a mais fascinante pelos jovens leitores nos EUA, na Suécia e na Austrália. Uma história que prende o leitor do início ao fim. Este livro vai ficar na sua memória para sempre.


Classificação:       


Pode conter spoilers dos volumes anteriores



"Tínhamos chegado à Nova Zelândia com queimaduras, ferimentos, em estado de choque, com ossos quebrados e cicatrizes, por dentro e por fora. Tínhamos perdido contato com nossas famílias e visto amigos morrerem. Havíamos causado a morte de outras pessoas por nossa própria escolha.
Éramos típicos sobreviventes de guerra, eu acho." Página 6




Escuridão, seja minha amiga é o quarto volume da série do autor John Marsden e publicada no Brasil pela Editora Fundamento. Para quem ainda não conhece, essa é uma série ambientada na Austrália em que um grupo de adolescentes decide tirar uma semana para se aventurar, mas ao voltar para casa descobrem que seus familiares estão aprisionados e seu país foi dominado. Ellie e seu grupo decidem fazer algo para defender sua casa e desde então criam resistência aos avanços dos colonizadores. 

Neste quarto livro, Ellie está completamente abalada pelos últimos acontecimentos, tiveram notícias de seus familiares, porém personagens importantes foram mortos e isso acabou deixando o grupo longe dos ataques, por enquanto. Ao serem salvos pelos neozelandeses, conhecidos pelos jovens como kiwis, foram levados para outro país e ficaram algum tempo lá para se recuperar fisicamente e emocionalmente. 

Os amigos estão na Nova Zelândia há cinco meses e os militares planejam uma nova expedição para Wirrawee, para que possam ver como anda a colonização das cidades e o avanço dos invasores. Apesar de não estarem preparados para o retorno, Ellie e seus companheiros voltam para sua cidade e apresentam aos kiwis o lugar, dando-lhes instruções sobre as localizações da feira (em que a maior parte da população estava sendo aprisionada) e demais informações que eles precisariam para montar um ataque ao aeroporto militar que fora construído para facilitar a comunicação dos invasores com seu país de origem e recebimento de materiais necessários para a permanência deles nas cidades, já que as fazendas ainda não estavam boas para o cultivo e a criação dos animais que foram deixadas de lado com a invasão e o controle da população. Esse quarto livro é mais leve com relação aos ataques, então acaba sendo mais uma narração que mostra o amadurecimento dos adolescentes que agora - de certa forma - acabaram se conformando com as vidas que estão tendo, mas sempre querendo dar um jeito de recuperar o país junto dos outros rebeldes. 



"Meu coração disparou de excitação e esperança - e também por causa do meu velho inimigo, o medo. Era uma ideia absurda, inesperada, maluca e, talvez, impossível - mas não tínhamos nenhuma outra, nenhum outro modo de escapar." Página 100



Considerando o fim do livro anterior em que fiquei com o coração na boca com os últimos acontecimentos, esperava muito mais ação, lutas, ataques e sangue em Escuridão, seja minha amiga. Entretanto, o livro é justamente o contrário, claro ele conta com algumas cenas bastante movimentadas nesse sentido, porém a narração em geral são os pensamentos da Ellie e como ela foi bastante afetada com os últimos meses em sua vida. Perdas difíceis ao longo dos meses são o que dá ao livro e aos personagens carga dramática, além dos constantes ataques para a recuperação de seu país. 

Neste volume também percebemos o quanto Ellie e seus amigos cresceram com o passar dos meses, Lee está mais destemido e avança sem pensar duas vezes para salvar seus amigos, Fi passou de uma patricinha mimada para uma mulher bastante corajosa e Homer, apesar de impulsivo, começou a dar atenção ao que os amigos acham, já Ellie e a sua mania de 'só eu penso nesse lugar' me irritou em muitas cenas e fiquei com vontade de entrar no livro e mostrar pra ela que não é a única que tem ideias geniais para os ataques, por outro lado, Kevin encontrou sua força na perda de pessoas queridas e isso foi abordado ao longo dos capítulos, trazendo uma carga bastante dramática à leitura. 

Escuridão, seja minha amiga manteve o padrão da série com relação à edição, a capa remete a uma das minhas cenas favoritas do livro e ficou bem chamativa. Já a diagramação é linda, com detalhes verdes nas páginas, letras em bom tamanho, capítulos bem divididos e também uma boa revisão. Minha classificação 4 foi por causa da história, que foi mais tranquila que a dos livros anteriores e isso havia me conquistado e me deixado doida pela continuação, acredito que toda essa ação volte mais para frente. O livro é ótimo, não me entendam mal, mas toda a reclamação da Ellie é um pouco cansativa com o passar dos capítulos, porém nada que diminua o trabalho maravilhoso do autor. Sem dúvida é uma série excepcional que todos deveriam conhecer. 


"Era óbvio que não dava para irmos muito mais longe. Estávamos no limite das nossas forças. Olhei para os outros e eles olharam para mim. Estavam mal: pálidos, assustados, exaustos. Eu sabia o que queriam. Uma ideia.  Por um instante fiquei chateada. Por que estavam esperando que eu pensasse em alguma coisa? Eles também não tinham cérebro?" Página 114

25 março 2017

Lançamentos da Intrínseca

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Olá, leitores.

Confiram os lançamentos da Intrínseca:



É preciso responder a uma série de perguntas, passar por um criterioso processo de seleção e se comprometer a seguir inúmeras regras para morar no nº 1 da Folgate Street, uma casa linda e minimalista, obra-prima da arquitetura em Londres.
Jane é incapaz de resistir aos encantos da casa, mas, pouco depois de se mudar, descobre a morte trágica da inquilina anterior. Há muitos segredos por trás daquelas paredes claras e imaculadas. Com tantas regras a cumprir, tantos fatos estranhos acontecendo ao seu redor e uma sensação constante de estar sendo observada, o que antes parecia um ambiente tranquilo na verdade se mostra ameaçador.



Fascinado pelos mitos escandinavos desde a infância, Gaiman compôs uma coletânea de quinze contos que começa com a narração da origem do mundo até o Ragnarök, o assustador cenário do apocalipse, mostrando a relação conturbada entre deuses, gigantes e anões. Mitologia nórdica é o livro perfeito para quem quer aprender sobre a mitologia escandinava e também para aqueles que desejam desvelar novas facetas dessas histórias.





No popular videogame criado por Scott Cawthon, o jogador assume o papel de um segurança contratado para tomar conta de uma pizzaria durante a noite, enquanto animatrônicos perambulam e ganham ímpeto assassino. Mas o mistério por trás dessas criaturas e dos assassinatos que ocorreram ali nunca foi desvendado… até agora. Olhos prateados extrapola o universo que conquistou fãs no mundo todo e traz à tona os medos mais obscuros que só brinquedos sinistros são capazes de provocar.



Aos quarenta e cinco anos, Delia retorna a sua cidade natal, Nápoles, na Itália, para enterrar a mãe, Amalia, encontrada morta numa praia em circunstâncias suspeitas: a humilde costureira, que se acostumou a esconder a beleza com peças simples e sem graça, usava nada além de um sutiã caro e sofisticado no momento da morte. Revelações perturbadoras a respeito dos últimos dias de Amalia fazem com que Delia se veja obrigada a reviver um passado cuja crueza ganha contornos vívidos na prosa de Elena Ferrante.



No dia em que Anthony Doerr e a esposa voltam da maternidade com seus gêmeos recém-nascidos, ele descobre que recebeu um prêmio da Academia Americana de Artes e Letras, o Rome Prize, que inclui ajuda de custo, um apartamento e um estúdio para escrever na Itália. Quatro estações em Roma nasceu das memórias do ano que o autor passou na cidade com a esposa e os filhos, lidando com uma insônia que parece não ceder e tentando, sem muito sucesso, escrever um novo romance – Toda luz que não podemos ver, lançado sete anos mais tarde e que acabaria rendendo ao autor o Prêmio Pulitzer de ficção.



Em uma manhã de primavera em 1977, Lydia Lee não apareceu para tomar o café. Mais tarde, seu corpo foi encontrado no lago da cidade. A partir daí a família de Lydia empreende uma angustiante busca por respostas, o que acabar por trazer à tona segredos muito bem guardados: os sonhos que viraram decepções, as inseguranças, as traições e os arrependimentos que ligam todos os seus integrantes. Tudo o que nunca contei é uma observação sensível do fardo que as expectativas familiares e a necessidade de pertencimento podem representar na vida de uma pessoa.




De um jeito fofo e engraçado, Viih conta detalhadamente como seu namoro com o youtuber Luis Mariz começou a distância e viveu um choque entre expectativa e realidade desde o primeiro encontro ao vivo.







Resgatando elementos do romance Extraordinário e inserindo os personagens em um mundo ilustrado que representa a imaginação do protagonista, Auggie, Somos todos extraordinários vai deliciar os leitores que já se emocionaram e os que ainda vão se emocionar com essa incrível história de superação, amizade e, acima de tudo, amor.





Claudia e Reese Tapper são irmãos gêmeos de 12 anos que estudam na mesma escola. De idêntico, porém, eles só têm isso – e a competitividade: nenhum dos dois admite perder. A briga continua, e agora, além dos irmãos, vai envolver também os pais, professores, colegas e a cidade de Nova York inteira, no evento beneficente escolar mais maluco de todos os tempos.