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29 novembro 2021

Resenha: Tem alguém na sua casa - Stephanie Perkins

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Editora: Intrínseca
Ano: 2021
Páginas: 320

                                                            

Thriller eletrizante de Stephanie Perkins que deu origem à produção da Netflix é uma homenagem aos filmes de terror da década de 1990 A cidadezinha de Osborne, no interior do Nebraska, amanhece com duas notícias igualmente chocantes para seus moradores: a primeira é que Ollie Larsson, “garoto-problema” da escola, pintou o cabelo de rosa. A outra? O assassinato brutal da jovem Haley Whitehall. E logo fica evidente que a morte dela não será a última, porque um assassino está à solta, e ninguém está a salvo.

Makani Young sabe bem disso. Morando há quase um ano com a avó, a jovem está se adaptando ao novo lar, mas ainda é atormentada por seu passado no Havaí. E, conforme os alunos de sua escola começam a ser assassinados de forma cada vez mais perturbadora, ela se dá conta de que sua hora talvez esteja mais próxima do que imagina. [+]

07 setembro 2020

Por dentro da tela: O vendedor de sonhos

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Ano: 2016
Duração: 93 min

 

 

SINOPSE 


 

Júlio César (Dan Stulbach), um psicólogo decepcionado com a vida em geral, tenta o suicídio, mas é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o "Mestre" (César Troncoso). Uma amizade peculiar surge entre os dois e, logo, a dupla passa a tentar salvar pessoas ao apresentar um novo caminho para se viver. 

 

 🎬 🎬 🎬

 

 

06 julho 2019

Por dentro da tela: O Bom Sam

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Data de lançamento: 16 de maio de 2019
Duração: 1h 29min
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidade: EUA



Quando um misterioso bom samaritano, mais conhecido como "Good Sam", passa a distribuir 100 milhões de dólares para pessoas aparentemente aleatórias de Nova York, a repórter Kate Bradley (Tiya Sircar) é encarregada de descobrir a identidade e o motivo por trás das ações do sujeito. O que ela não esperava é ver a própria vida transformada dos pés a cabeça. 






Classificação:        






O Bom Sam é aquele filme que você fica instigado a conferir por causa da sinopse e logo  nos primeiros minutos já se apaixona pela produção. A forma com que a história nos mostra que há razões para acreditar em empatia, generosidade e em milagres é emocionante e me deixou extremamente feliz por ter escolhido este filme para assistir.

Kate Bradley é filha de um senador e trabalha como repórter no Canal 12, lá ela sempre é levada a cobrir as matérias que envolvem desgraça, porém por ser extremamente impulsiva e se colocar em situações perigosas, a diretoria a afasta da cobertura de notícias perigosas. Mesmo contrariado, seu chefe lhe dá a missão de investigar o caso de uma senhora que recebeu 100 milhões de dólares na porta de casa e a única pista é um saco verde com um oito pintado. Ao entrevistar a mulher, Kate começa a buscar mais informações sobre a identidade da pessoa que agora ficou conhecida como O Bom Samaritano, quando mais pessoas recebem a mesma quantia e da mesma forma, Kate vai mais a fundo e tornou pessoal a descoberta da identidade desta pessoa, pois ela acredita que ninguém faz uma caridade desta sem ter um motivo obscuro.

O Bom Sam é um filme que nos leva a acreditar que ainda existem pessoas boas no mundo, é claro que Kate demora um pouco para aceitar isso, e com razão, porém o desfecho da produção é maravilhoso. Sem dúvidas este foi um dos melhores filmes que vi em 2019 e indico para todos que querem uma história cativante e que nos faz acreditar na bondade das pessoas.




24 dezembro 2018

Por dentro da tela: Bird Box

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Data de lançamento: 21 de dezembro de 2018 
Duração: 1h 57min
Direção: Susanne Bier
Elenco: Sandra Bullock, Trevante Rhodes, Sarah Paulson
Gêneros: Terror, Suspense
Nacionalidade: EUA



Em um mundo pós-apocalíptico, Malorie (Sandra Bullock) e seus filhos precisam chegar em um refúgio para escapar do Problema, criaturas que ao serem vistas fazem pessoas se tornarem extremamente violentas. De olhos vendados para não serem afetados, a família segue o curso de um rio para chegar à segurança.




Classificação:     




Bird Box é uma adaptação que saiu no catálogo da Netflix dia 21 de dezembro e tem sido muito divulgada nos últimos dias. O filme é baseado no livro de Josh Malerman, Caixa de Pássaros, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca e já resenhado aqui no blog. 

Assim como todos os que já tiveram a oportunidade de ler a obra, estava ansiosíssima para o lançamento, consegui ver ontem e me surpreendi. Como fiz a leitura de Caixa de Pássaros em 2015 não lembro de muitos detalhes do livro e acredito que isso foi fundamental para que deixasse de lado a impressão de que a adaptação "não é fiel" e aproveitasse o filme. 

A produção nos mostra um mundo pós-apocalíptico em que as pessoas precisam usar vendas se quiserem sobreviver. Assim como no livro, o filme mescla cenas do começo do surto até cinco anos depois em que Malorie precisa sair de seu esconderijo com os filhos para buscar um local seguro para ficarem. 

Malorie estava grávida quando tudo começou, após uma consulta de rotina pode ver o quê acontecia com as pessoas que viam as criaturas e logo após se suicidavam. Uma das vítimas foi a irmã de Malorie e agora ela precisa encontrar um jeito de sobreviver, uma estranha a ajuda e logo após tira a sua própria vida. Malorie agora mora em uma casa com pessoas estranhas e elas precisam encontrar um meio de se ajudar e sobreviver a esse caos. Cinco anos depois, Malorie e seus filhos - Garoto e Menina - embarcam em uma viagem extremamente difícil, mas que poderá ser a sua única esperança. 

Como adaptação o filme pode ter desapontado alguns leitores, porém como li a obra anos atrás e não lembro de muitos detalhes achei o filme fantástico. Sandra Bullock deu um show de atuação, como sempre, as crianças foram muito bem escolhidas e conseguiram cativar o telespectador. As cenas foram bem desenvolvidas, as paisagens são maravilhosas, os efeitos são bem trabalhados e sem dúvidas é um filme marcante. O único ponto que senti falta no filme foi a super audição das crianças, que é bastante explorada no livro, porém nada que tenha me deixado insatisfeita com a adaptação, muito pelo contrário, o filme é maravilhoso. 






24 outubro 2018

Resenha: Mentes Sombrias - Alexandra Bracken

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Editora: Intrínseca
Ano: 2018
Páginas: 384
Tradutor: Viviane Diniz

Do dia para a noite, crianças começam a morrer de um misterioso mal súbito. Em pouco tempo, a doença se espalha e os que sobrevivem a ela desenvolvem habilidades psíquicas assustadoras.

Uma delas é Ruby. Na manhã do seu décimo aniversário, um acontecimento aterrador faz com que seus pais a tranquem na garagem e chamem a polícia. A menina é então levada para Thurmond, um acampamento que segue as diretrizes brutais do governo vigente.

Seis anos depois, ela se torna uma das jovens mais perigosas de Thurmond, embora tenha que esconder isso a todo custo para a própria segurança. Quando a verdade vem à tona, Ruby desperta o interesse de muitas pessoas e precisa escapar às pressas. Fora dali, ela se alia a fugitivos de outros acampamentos e conhece Liam, que lidera uma fuga em direção ao único refúgio para adolescentes como eles. Por mais que queira fazer amigos e ter uma vida normal, Ruby sabe que isso não vai ser possível, porque nenhum lugar é seguro, e ela não pode confiar em ninguém - nem em si mesma.

Classificação:       




"E a lista secreta de sintomas, no papel laranja que os professores dobraram e grampearam antes de enviar para os pais, que foi exibida centenas de vezes no noticiário, recitada enquanto o rosto das vítimas passava na tela? Aquilo era medo. Não pelas crianças que corriam risco de vida, ou pelo vazio que as muitas vítimas já deixaram.
Era medo de nós... Os que sobreviveram." Página 13


Mentes Sombrias foi uma das solicitações que fiz por impulso para a avaliação, já que estava interessada na história e a adaptação estava para ser lançada, então não hesitei em fazer o pedido para a Intrínseca e a leitura foi uma grande surpresa. Acabei conferindo o filme antes de terminar a leitura e isso só me deixou ainda mais apaixonada pela história criada por Alexandra Bracken.

Neste livro conhecemos Ruby Daly, uma garotinha que aos dez anos de idade foi retirada de casa e levada para Thurmond, um dos campos de concentração para os jovens Psi. Uma doença assolou os EUA e atingiu apenas as crianças, a maioria faleceu, algumas, porém, desenvolveram poderes e foram classificadas de acordo com as suas habilidades. Em uma avaliação, Ruby descobriu que era uma laranja (considerada bastante perigosa pelo governo), porém deu um jeito e fez com que o médico que a examinou a classificasse como verde. Seis anos se passaram e a vida de Ruby é ameaçada porque descobriram que a garota é bem mais letal do que aparenta. Com ajuda de Cate, a jovem consegue sair de Thurmond, porém tarde demais ela descobre que a mulher que a ajudou faz parte da Liga das Crianças, um grupo de resistência que transforma as crianças em soldados. 

Ao despistar a Liga, Ruby conhece uma garotinha amarela e seus amigos, Liam e Bolota. Depois de algum tempo os garotos a acolhem e partem em busca do acampamento do Fugitivo, um local em que poderão viver em paz, conforme souberam por outras crianças psi. A cada capítulo o leitor mergulha na jornada de Ruby e seus amigos, torcendo para que as crianças consigam encontrar um lugar que possam viver sem ter medo de serem atacados a cada minuto. 


"Não foi a tristeza que me impulsionou, nem mesmo qualquer tipo de autopiedade. Era puro ódio borbulhando no meu âmago. Eu achava que Clancy poderia me ajudar a conquistar minha vida de volta, mas descobri que nada daquilo ia ser suficiente. Eu precisava dele para me ajudar a proteger meu futuro." Páginas 286 e 287


Quando fiz a solicitação para a Intrínseca não acreditei que iria gostar tanto do livro e apesar de ver a adaptação antes de iniciar a leitura, a obra me conquistou a cada capítulo e se tornou um dos favoritos de 2018. A luta das crianças pela sobrevivência é algo que afeta o leitor de formas diversas e a história criada por Alexandra Bracken é maravilhosa, não vejo a hora da continuação. Ruby é uma protagonista forte, que consegue superar as adversidades e ao longo de sua vida é obrigada a tomar decisões que afetam as pessoas ao seu lado, mas mesmo assim se mantem objetiva e consistente em seu caminho. Liam, Bolota e Zu são fenomenais e ao mesmo tempo que lutam para sobreviver, conseguem manter sua essência e os melhores diálogos são entre eles. 

A capa nos apresenta um pouco da história e sobre como o mundo está após a doença, o exemplar que recebi tinha também uma referência ao filme, o que gostei bastante. A diagramação é simples, capítulos bem divididos e a revisão está boa, tornando a leitura ainda mais emocionante. Com certeza Mentes Sombrias é indicado para todos os leitores, assim como a adaptação que já foi resenhada no blog. 


"Mentes sombrias tendem a se esconder por trás de rostos improváveis." Página 358


16 setembro 2018

Por dentro da tela: Pais e Filhas

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Data de lançamento 19 de maio de 2016 
Duração: 1h 56min

Gênero: Drama
Nacionalidades: Itália, EUA



Nova York, 1988. Novelista mentalmente instável (Russell Crowe) tenta criar sozinho a filha de cinco anos após a morte da esposa. Vinte anos depois, a garota, já adulta (Amanda Seyfried), cuida de crianças com problemas psicológicos e ainda tenta entender sua complicada infância.





Classificação:      






Pais e Filhas é um filme que estava esperando para assistir há muito tempo. Gosto muito dos filmes da Amanda Seyfried e a sinopse deste acabou me deixando intrigada, já que mostra o quanto a vida da pequena Katie mudou com os acontecimentos em sua infância. Sua mãe faleceu em um acidente de carro e seu pai era bastante instável. O homem chegou a deixá-la na casa dos tios para fazer tratamento e melhorou por um tempo, porém tinha convulsões frequentes e em um dos episódios veio a falecer.

Vinte anos depois, Katie não consegue se envolver com nenhum homem e tem uma vida bastante conturbada. O único ponto em que ela é estável é em sua carreira, já que ajuda crianças com problemas psicológicos e precisa trabalhar com seus demônios internos para conseguir ajudar quem designam para ela. 

A produção intercala cenas de Katie em sua infância, com sua vida já adulta, dando uma dimensão maior de sua vida e como seu caráter foi formado na primeira infância. Um relacionamento amoroso é inserido na fase adulta e Katie acaba se autossabotando diversas vezes, já que não sabe lidar com o afeto recebido. 

Pais e Filhas é um filme emocionante, a atuação da Amanda Seyfried está perfeita e passa ao telespectador toda a carga dramática na vida de Katie. Com uma história complexa, atores excelentes e cenas desesperadoras, Pais e Filhas me conquistou logo nos primeiros minutos. Sem dúvidas é um filme indicadíssimo para aqueles que gostam de dramas familiares e histórias que envolvem o lado psicológico das relações. 




17 agosto 2018

Por dentro da tela: Mentes Sombrias

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Título original:  The Darkest Minds
Distribuidor: Fox Film do Brasil
Ano de produção: 2018




Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes da América, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui.




Classificação:       







Mentes Sombrias foi um dos últimos livros que solicitei para a Intrínseca e pouco depois recebi o convite para a pré-estreia, então acabei assistindo ao filme sem antes ter feito a leitura e *caramba* que filme maravilhoso. Ainda essa semana vou iniciar a leitura para ver se os quesitos adaptação e fidelidade ao livro se aplicam, mas já adianto que avaliando apenas o filme, a produção me conquistou.

Tudo começa quando uma doença está assolando a América e a maioria das crianças está morrendo, dentre as sobreviventes está Ruby Daily que ao completar dez anos é retirada de sua família e levada a um dos campos de custódia. Em sua admissão o médico explica que há uma hierarquia de poderes: verdes, azuis, dourados, vermelhos e laranjas, e que os dois últimos seriam exterminados por segurança. Em sua avaliação, Ruby percebe qual é sua classificação e faz com que o médico a coloque no sistema como verde. Seis anos se passam e em um dos testes que são feitos, descobrem que na verdade Ruby é laranja e com ajuda a jovem consegue escapar do campo e é apresentada para a Liga, um grupo que ajuda as crianças saírem dos campos e serem treinadas para combater o sistema. 

No caminho, há a interação entre Ruby e Zu, e a garotinha recolhe a protagonista em seu carro sem avisar seus companheiros de viagem, Chubs e Liam. Agora os quatro precisam fugir dos rastreadores, da Liga e do governo que querem os aprisionar novamente, e partem em busca de um local que é considerado o refúgio das crianças e adolescentes especiais.

O filme me conquistou em tudo, as atuações são ótimas, a história é bem desenvolvida e conta com cenas engraçadas, mas a maior parte são cenas de ação que foram bem trabalhadas e com efeitos surpreendentes. Os personagens são desenvolvidos e mostram crescimento durante a trama, as músicas são perfeitas e o final me deixou sem palavras. Sem dúvidas, é um filme indicado para aqueles que curtem distopia e histórias marcantes. 






26 março 2018

Por dentro da tela: Cinquenta Tons Mais Escuros

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Data de lançamento: 2017 
Duração: 1h 58min
Gêneros: Romance, Drama, Erótico
Nacionalidade EUA


Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia.





Classificação:     




Cinquenta Tons de Cinza não é uma série de que eu goste muito, apesar de ter lido os livros, então acabei não vendo o filme de Cinquenta Tons Mais Escuros até semana passada, porém como o terceiro estreou esses tempos decidi assistir - e também estou lendo Mais Escuro, então foi bacana ter deixado para assistir a produção por agora.

O segundo livro foi o que mais gostei da trilogia e o mesmo aconteceu com o filme já que toda a história envolvendo o trabalho da Ana e a ex-submissa de Christian que dão drama para a história acabaram me conquistando mais do que os outros livros.

O filme parte do ponto em que o anterior acabou - a separação de Ana e Christian - ambos estão sofrendo, porém o milionário acaba deixando de lado suas preferências e aceita ter um relacionamento mais leve com Ana. Aos poucos o casal vai se reconectando e os limites começam a ficar mais definidos. Não vou me prolongar muito sobre a história do filme, mas preciso dizer que gostei bastante da adaptação já que ficou fiel ao livro (pelo que me lembro, já que li há anos). A trilha sonora da franquia é fantástica e agora estou com vontade de ver o terceiro filme, apesar de não ter curtido muito esse livro. 







23 março 2018

Por dentro da tela: Com amor, Simon

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Gênero: Comédia dramática
Duração: 110 min.
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 5 de Abril de 2018




Aos 16 anos, Simon Spier não é abertamente gay, preferindo guardar seu drama para o musical da escola. Um dia, um dos seus e-mails acaba caindo em mãos erradas, colocando em risco o seu secreto. Simon começa a ser chantageado. Ele deve ajudar o “palhaço” da classe a sair com a garota de quem gosta ou terá sua homossexualidade exposta junto com o nome do garoto com quem estava conversando.




Classificação:     






Com Amor, Simon é uma adaptação do livro Simon vs. a agenda Homo Sapiens, lançado pela Intrínseca em 2016 e de autoria de Becky Albertalli. Lembro que o pessoal do marketing da editora havia falado bem do livro, que estava entre os próximos lançamentos da última Turnê Intrínseca, mas acabei não solicitando o livro, então assisti ao filme sem ter lido antes e confesso que se arrependimento matasse teria caído mortinha no cinema.

O filme conta a história de Simon, um jovem de dezesseis anos que tem uma vida aparentemente normal, muito ligado aos amigos e a família, porém um dia a sua vida muda completamente. Em um canal de fofocas da escola, uma pessoa envia uma mensagem se assumindo homossexual e deixa um e-mail para contato. Simon, querendo se livrar de seu segredo, começa a conversar com o anônimo e esse contato passa a ser diário. Porém em um descuido Simon deixa seu e-mail aberto na biblioteca da escola e um aluno começa a chantageá-lo para que ele o ajude a sair com uma de suas amigas ou exporia a homossexualidade de Simon para todos.

Com Amor, Simon é um filme tocante e que explora o universo adolescente em todas as suas nuances como, por exemplo, inseguranças, amizades, amores, família e escola. Simon é um protagonista cativante e fiquei torcendo durante todo o filme para que ele acabasse superando todos os problemas que essa chantagem acabou gerando em sua vida. Antes de ir à pré-estreia solicitei o livro para a editora e não vejo a hora de reviver essa maravilhosa história em companhia de Simon e seus amigos.