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17 março 2018

Por dentro da tela: Polina, danser sa vie

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Lançamento: 16/11/2016
Duração: 1h 48min 
Gênero: Drama
País de Origem: França



Na Moscou da década de 1990, Polina (Nastya Shevtzoda) desenvolve uma grande capacidade como bailarina desde os oito anos de idade. Ela entra para a escola do professor Bojinsky, que trabalha o seu tremendo potencial, e, com apenas 18 anos, ela realiza seu estimado sonho de entrar para o Bolshoi. Nessa época ela conhece Adrien (Niels Schneider), um charmoso francês que apresenta a ela não apenas o amor, mas também uma outra forma de dançar, mais contemporânea e expressiva.




Classificação:      






Polina, danser sa vie é um filme francês que descobri por acaso na internet e ao colocar os olhos na sinopse tive que assistir na hora já que amo filmes de dança, principalmente os que envolvem ballet. Polina é uma garota que desde pequena tem aulas de ballet na escola do professor Bojinsky, um homem que não aceita menos do que a perfeição. Desde pequena ela é obrigada a superar suas limitações para agradar ao professor e aos poucos se torna uma das melhores bailarinas, sendo posteriormente aceita pela Companhia Bolshoi - o sonho de todas as bailarinas. Porém, Polina acaba se apaixonando e deixa o ballet de lado para se aventurar na França junto de Adrien, seu então namorado. 

Aos poucos a jovem percebe que acabou fazendo uma escolha equivocada ao abandonar sua carreira clássica para seguir Adrien e ao se separarem a jovem começa a passar necessidades. Ao encontrar um emprego em um bar, Polina consegue se manter na França e conhece um coreógrafo que dá aulas para jovens carentes e aos poucos a garota volta a dançar e desenvolver as habilidades que havia abdicado em nome do amor.

Polina, danser sa vie é um filme sobre dança, mas que é bem mais abrangente e discute alguns temas polêmicos. A protagonista é uma jovem com muitos sonhos e que abdica deles para viver um amor de juventude e quando tudo termina é obrigada a repensar suas atitudes e mudar de vida, porém deixa seus pais "no escuro" sobre a vida que está levando em outro país. As cenas de dança são maravilhosas, principalmente a última, o que me fez dar nota máxima ao filme que é, sem dúvidas, um dos melhores que já vi sobre esta temática. 




22 fevereiro 2018

Por dentro da tela: Step Sisters

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Data de lançamento: 2018 
Duração: 1h 44min
Gênero: Comédia
Nacionalidade: EUA


Quando um grupo de meninas brancas e festeiras envergonham sua escola, Jamilah (Megalyn Echikunwoke), uma aluna negra inteligente, dedicada e capitã de uma equipe de dança, é recrutada para ensinar as meninas a dançar e a ganhar uma competição com elas na equipe. Mesmo com o choque de culturas, a sororidade entre as moças começa a crescer conforme todas saem de suas zonas de conforto.





Classificação:     






Step Sisters foi recentemente adicionado ao catálogo da Netflix e como tudo que envolve dança acaba me chamando atenção, em uma tarde resolvi conferir a produção. Tudo começa quando uma aluna aparece em uma situação constrangedora em uma festa de fraternidade, ao perceber que precisaria mudar a imagem da irmandade das envolvidas o reitor oferece a Jamilah a chance de conseguir uma carta de indicação para a instituição que a jovem gostaria de cursar Direito, mas em troca ela deveria ensinar Step para as garotas. 

Isso não seria problema, porém o Step é algo mostrado na produção como sendo da cultura negra e Jamilah é obrigada a ficar entre a sua fraternidade e a das garotas brancas. Aos poucos as garotas vão se acertando e os ensaios acabam ficando mais fáceis, já que o sapateado é algo que precisa de muita prática. Porém nem tudo dá certo para Jamilah e ela é obrigada a decidir o que quer fazer da vida pelos próximos anos.

Este é o típico filme para se assistir quando não se tem nada para fazer, porém é interessante ver como a diversidade racial é trabalhada de forma respeitosa, mas levando em conta o conflito que muitas vezes é gerado. O final foi surpreendente e não me arrependi de ter dado uma chance para o filme. 







16 fevereiro 2018

Por dentro da tela: Dance Academy - O filme

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Título: Dance Academy: The Movie (Original)
Ano produção: 2017
Duração: 100 minutos
Gênero: Drama, Musical, Romance.




Na série de televisão que teve três temporadas vemos os altos e baixos de um grupo de adolescentes treinando na Academia Nacional de Dança. Agora,recolhendo a história 18 meses depois, Dance Academy: O filme segue Tara Webster enquanto ela persegue seus sonhos de dança em Nova York.





Classificação:     



"I've always known that in another life I could fly...

That's why I dance."


Dance Academy é uma série que segue a vida dos alunos da Academia Nacional de Dança e teve seu fim na terceira temporada em 2013. Desde então os fãs estão querendo que a série volte para finalizar de forma satisfatória e em 2017 o filme foi lançado para concluir a história de Tara Webster e seus colegas dançarinos.

O filme parte do ponto em que a série parou, Tara ainda em recuperação por causa do acidente no palco está processando a Academia de Dança, já que por falta de cuidado dos organizadores fraturou a coluna e acabou interrompendo sua promissora carreira na dança. Ao estar trabalhando em uma das apresentações a jovem é abordada por uma das professoras que lhe diz para fazer o teste para a companhia, já que ela voltou a dançar e tem chances de conseguir ser aprovada. Contudo, para isso ela precisará deixar de lado o processo e depois de muito pensar Tara acaba cedendo e participa da audição, porém não é selecionada e se vê perdida diante das possibilidades. Então parte para Nova York para passar um tempo com Kat Karamakov, sua melhor amiga, começa a fazer aulas pela cidade e a buscar audições para as companhias nos EUA. Não vou me prolongar na história do filme, já que para quem não conhece a série será muita informação e para aqueles que já conhecem preferirão assistir a ficar lendo por aqui, mas achei bacana essa organização dos fãs para finalizar a história da série e gostei muito da produção.

O filme mostra como todos os principais alunos ficaram após saírem da academia e apesar de não ser muito fã da Tara e todo o seu drama, pude acompanhar bastante sobre o desfecho da Abigail e da Kat, que são minhas favoritas. A história é focada na dança, porém há muito mais além disso na trama e acredito que o filme irá agradar grande parte dos telespectadores. 






25 julho 2017

Por dentro da tela: Dance Off

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 Direção: Alex Di Marco
 Gênero: Comédia / Musical 
 Origem: Estados Unidos 
 Duração: 94 minutos



Brandon e sua antiga namorada de infância frequentam estúdios de dança rivais e acabam se enfrentando em um concurso de dança que dará um prêmio de 25 mil dólares.







Classificação:      









Brandon e Jasmine foram parceiros de dança durante anos, melhores amigos e dupla vencedora de muitos concursos de dança importantes. Um dia, porém, Brandon é obrigado a deixar a garota por causa da separação de seus pais e uma mudança de cidade. Jasmine continuou dançando e é a melhor de seu estúdio de dança, ao contrário de sua irmã caçula, a jovem tem todo o apoio de sua mãe - o que chega a ser incômodo para a protagonista. 

Por outro lado, Brandon continua a dançar e seu grupo é selecionado para participar de um concurso que dará ao vencedor 25 mil dólares, porém a sua escola de dança está em péssimas condições e o diretor acredita que não conseguirá enviar seus alunos para o concurso. Porém uma doação anônima faz com que a equipe de Brandon possa ir competir e lá ele descobre que um de seus adversários é a equipe de sua antiga companheira de dança. Tentando se reaproximar aos poucos e sendo podado pela mãe da jovem, Brandon busca se reconectar com a garota que fez parte de toda a sua infância e ao mesmo tempo derrotá-la na pista de dança. 

Esse é um filme de dança que não me chamou atenção no começo - e confesso que essa foi a segunda vez que vi a produção, porém da primeira vez ainda não acompanhava o trabalho da Kathryn McCormick e sem dúvidas isso me fez assistir uma segunda vez para tirar a má impressão que fiquei da produção e valeu bastante a pena. O filme é bem clichê, adversários que se apaixonam e não podem ficar juntos, com relação a isso não tenho muito a comentar, porém as cenas de dança são fenomenais. Algumas estão disponíveis no Youtube e aqueles que assim como eu gostam de ver apresentações de dança, o filme conta com coreografias muito boas. Se vocês se interessaram em ver Dance Off, corram na Netflix que o filme está disponível no catálogo e depois me contem o que acharam. 



08 julho 2017

Por dentro da tela: A Batalha do Ano

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Título Original: Battle of the Year
País de Origem: EUA
Gênero: Drama / Musical
Tempo de Duração: 01 hora 50 minutos
Ano de Lançamento: 2013




O filme segue a história de uma equipe americana de breakdancing, ou “B-boy”, formada por jovens com problemas sociais e familiares. Eles são liderados por um treinador rígido (Josh Holloway), que os leva à França para participarem da competição Battle of the Year, na qual equipes de 18 países lutam pelo título de campeões mundiais.




Classificação:      





Quem acompanha o blog há algum tempo já sabe que amo danças em geral, então quando vi A Batalha do Ano disponível no catálogo da Netflix não hesitei em assistir e confesso que me surpreendi. O filme não aborda só a dança, mas sim coloca o foco sobre a determinação de jovens considerados problemáticos pela sociedade e a sua vontade de mudar de vida e sair das ruas. 

Tudo começa quando a equipe de breakdancing patrocinada por grandes empresas começa a ficar acomodada, um treinador novo é inserido para mudar essa realidade e logo de cara o homem decide dispensar todos os dançarinos e uma nova seleção é feita com jovens prodígios de todo o país. Os melhores são selecionados, mas existem apenas 12 vagas no time dos sonhos, então todos os selecionados são levados a um presídio abandonado e agora começa a batalha para provar que merecem um lugar na equipe. A cada semana um é dispensado e em caso de desrespeitar as regras impostas pelo treinador é expulsão imediata. Uma coreógrafa é chamada para ajudar os garotos e isso gera um certo rebuliço já que são jovens com os hormônios em ebulição, mas logo Stacy mostra que não está lá para brincadeiras. A equipe se desenvolve e fortalece, chegando à Batalha do Ano, mas será que estão preparados para serem os melhores do mundo?

A Batalha do Ano é um filme excepcional que mostra que sem lutar por seus sonhos você não chegará a lugar nenhum. Todos os jovens trazem a dor e a luta em seus corações, com as vidas ameaçadas por gangues e famílias despedaçadas, mas que mostram que o amor pela dança é bem maior do que as adversidades. Josh Holloway teve uma atuação brilhante como técnico dos garotos, mostrando a eles todas as suas batalhas internas como o luto e alcoolismo que quase destruíram sua vida, dar-lhe forças para mudar a vida dos dançarinos. Caity Lotz é uma das minhas atrizes favoritas e Stacy me conquistou logo em sua primeira aparição e como única mulher da produção, ela roubou a cena em todas as vezes que apareceu. Sem dúvidas é um filme maravilhoso e pretendo ver muitas vezes mais. 





28 maio 2017

Por dentro da tela: Honey 3 - No ritmo do amor

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Nome Original: Honey 3: Dare to Dance
Direção: Bille Woodruff
Lançamento: 2016
Duração: 1h 37min
Genero: Drama



Ao entrar para faculdade em Cape Town, Melea Martin se sente constrangida pela política bem estrita da escola, e decide estabelecer sua própria regra. Procurando uma maneira de usar seu talento como dançarina e inspirar a comunidade local, Melea aluga um teatro, com o intuito de mostrar seu desempenho na musica Hip-Hop. Mas, os conflitos entre membros do elenco ameaça estragar tudo.





Classificação:     





Vocês já devem estar enjoados de dicas de filmes de dança, mas eu prometo que estão acabando, por hora. Honey 3 - No ritmo do amor é o filme da franquia que mais me agradou, sendo precedidos pelos filmes que contavam com Jessica Alba e Kath Graham como protagonistas, respectivamente. Neste filme somos apresentados para Malea Martin, uma dançarina e coreógrafa de hip-hop que acaba sendo afastada da faculdade por causa das mensalidades atrasadas. Buscando um meio de regularizar a dívida, ela começa a organizar uma remontagem de Romeu e Julieta, mas tendo hip hop como base ao invés do ballet. 

Com a ajuda de sua melhor amiga, Nadine, seu namorado Erik e seus amigos dançarinos, Malea começa a ensaiar, porém algo está faltando e ela encontra a ajuda em Inshani, uma rival na vida. Aos poucos o musical toma forma e a ideia inovadora de Malea começa a ficar mais estruturada, porém um envolvimento amoroso ameaça a ruir tudo o que a jovem construiu. 

Este é um filme fenomenal, tanto na história quanto na parte de coreografia. O espetáculo planejado por Malea ficou diferente, não de um modo ruim, mas sim impressionante. Os atores tiveram boa interação, os personagens compõem as músicas para o musical e as cenas de dança são uma maravilha à parte. Mais uma aparição do lindo, divo, amor da minha vida Kenny Wormald e dessa vez a atriz Dena Kaplan se juntou à trama, dando vida à Nadine, a atriz é uma das minhas bailarinas favoritas desde que vi Dance Academy.  Sem dúvida o melhor da franquia e já vi algumas vezes as cenas que compõem a parte encenada do musical, recomendadíssimo, corram ver. 



13 maio 2017

Por dentro da tela: High Strung

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Ano produção: 2016
Duração: 96 minutos
Gênero: Drama, Música, Romance



Quando um violinista de hip hop se encontra no metrô de Nova York com uma dançarina clássica, com bolsa de estudos no Manhattan Conservatory of the Arts, as faíscas voam. Com a ajuda de um grupo de dança hip hop eles devem encontrar um terreno comum durante a preparação para uma competição que pode mudar suas vidas para sempre.






Classificação:       






High Strung é um filme lançado em 2016 que conta com a bailarina Keenan Kampa como a protagonista Ruby. Tudo começa quando Ruby ganha bolsa no Manhattan Conservatory of the Arts, um local que é voltado para as artes em geral. Lá ela tem aulas de dança para melhorar sua técnica para o ambiente profissional, visando contratos futuros com companhias de dança renomadas. Logo que se muda, Ruby faz amizade com Jazzy - sua colega de quarto - e começa a frequentar as aulas, tendo bastante dificuldade em contemporâneo. 

Tudo estava correndo bem desde a sua mudança até o momento em que uma baderna no metrô fez com que ela se aproximasse de um violinista de rua, Johnnie. O rapaz era ilegal no país e tem seu violino roubado nesta ocasião, sentindo-se culpada por isso, já que ele se descuidou porque queria defendê-la, a garota descobre sobre um concurso que irá ter e se oferece para pegar um violino emprestado no conservatório. Essa aproximação entre Johnnie e Ruby gera faíscas e eles agora só tem um desejo: vencer o concurso e ganhar o dinheiro para recuperar o violino roubado.

Este é um filme que me chamou atenção desde que vi o trailer e quando comecei a assistir não foi diferente. O filme é perfeito, soube misturar ballet, hip hop e a paixão de Johnnie por seu violino de forma magnífica. A química entre os protagonistas, as coreografias,  a trilha sonora, tudo contribuiu para High Strung entrar em minha lista de favoritos e, sem dúvidas, indico para todos que curtem artes em geral.




01 maio 2017

Por dentro da tela - Center Stage: On Pointe

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Lançamento: 2016
Gênero: Drama / Musical
País de Origem: EUA
Duração: 92 minutos


Jonathan Reeves (Gallagher) recebe a tarefa de infundir estilos mais modernos de ensino na Academia Americana de Ballet e pede ajuda de seus principais coreógragos Charlie (Radetsky), Cooper (Stiefel) and Tommy (Wormald), para recrutar bailarinos que disputarão num acampamento, a chance de uma vaga na Academia. Bella Parker (Muñoz), que sempre viveu na sombra de sua irmã bem sucedida, Kate (Smith), finalmente recebe sua chance de entrar em cena como uma das bailarina recrutadas pro acampamento. Os estudantes veteranos Cooper e Charlie também aparecem para ajudar os aspirantes.




Classificação:       



Center Stage: On Pointe é o terceiro filme da franquia e conta com alguns personagens dos filmes anteriores. Este filme foca na personagem Bella Parker, irmã da protagonista do filme anterior, que agora participa de uma seleção para um acampamento de dança da ABA. Tommy, ex-namorado de Kate Parker, pergunta a sua opinião sobre a academia estar abrindo vagas para dançarinos contemporâneos e ela fala para o rapaz dar uma olhada na irmã caçula. 

Ao contrário dos filmes anteriores, esse foca bastante em contemporâneo já que Jonathan Reaves (diretor da academia) é obrigado a mesclar os estilos porque ser um local voltado apenas para o ballet está dificultado na parte financeira da companhia. No filme anterior, o homem não aceitou Kate como aluna e agora ela é uma bailarina mundialmente famosa, então apesar de Bella ser completamente diferente dos estudantes habituais, ele dá uma chance para a garota. 

No acampamento ela conhece Gwen, Allegra e tantos outros bailarinos que buscam integrar a companhia após a fase de testes, mas Bella está tentando manter em segredo sobre sua família - o que poderá gerar um problema ao descobrirem que sua irmã é conhecida. 

Os filmes dessa franquia estão de longe na minha lista de favoritos, o primeiro é fenomenal e o segundo é meu favorito, este não ficou muito atrás, mas a meu ver foi o mais fraco deles. Apesar de ser diferente dos anteriores - que focavam no ballet clássico - a interação entre os personagens deixou a desejar e a história foi um pouco fraca. Estava bastante ansiosa para vê-lo já que uma das minhas dançarinas favoritas - Chloe Lukasiak de Dance Moms - faz o papel de Gwen, além do Kenny Wormald, que é um dos atores/dançarinos que mais me chama atenção. Para quem curte filmes de dança, é uma franquia que vale muito a pena assistir e esse filme não fica atrás nesse quesito, um dos que mais gostei do gênero e a cena final é espetacular.