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23 novembro 2018

[Semana Especial A menina que roubava livros] Dia 3

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Olá, leitores.


No terceiro dia da Semana Especial A menina que roubava livros, o tema é: Livros sobre crianças e a guerra. Confesso que não li muitos livros com essa temática, porém já resenhei alguns aqui no blog como vocês poderão ver a seguir.



Uma história que ultrapassou todas as barreiras e preconceitos religiosos e ideológicos em nome do amor. Aqueles que nos salvaram conta a história de Anna, uma jovem de 18 anos com um futuro promissor aos olhos do pai, um simpatizante nazista: casar-se e ter filhos com um oficial alemão. Ao se apaixonar por um médico judeu, no entanto, sua vida muda completamente. Revelando uma história de paixão e amor condenado, um retrato sobre a vida durante a guerra e um impressionante drama da relação mãe e filha, o livro explora profundamente aquilo que escolhemos suportar ou resistir para sobreviver e o legado da culpa. O romance, narrado de forma envolvente pela autora, Jenna Blum, permaneceu na lista dos mais vendidos do New York Times durante um ano.




Helen Lewis, jovem estudante de dança em Praga durante a eclosão da II Guerra Mundial, é levada para o gueto de Terezín e, depois, deportada para Auschwitz. Separada da família, ela vive em meio à carnificina da Solução Final de Hitler. Como e o que fez para sobreviver é uma história emocionante, contada com humor, franqueza e alguma raiva, mas sem dar espaço para a autocomiseração. Em É Hora de Falar, Helen mapeia as profundezas do Inferno, arrebatando-nos com uma obra de arte irrepreensível. Ao nos guiar por um terreno repleto de pesadelos apavorantes, ela não pisa em falso. Seu tom permanece sereno; seu estilo, simples. Mas essa forma de expressão esconde o martírio de sua necessidade de recordar.










Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.


Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.



20 novembro 2018

[Semana Especial A menina que roubava livros] Dia 2

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Olá, leitores.


Neste segundo dia da Semana Especial A menina que roubava livros a proposta é apresentar os quotes que mais me chamaram atenção durante a leitura. 


Com certeza, o meu favorito é:




Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

Já repeti essa citação centenas de vezes, até minha mãe comenta que ela tem tudo a ver comigo. 

O livro é recheado de citações muito boas, vou deixar algumas das minhas favoritas e quero saber de vocês, leitores, quais gostaram mais?



O único dom que me salva é a distração. Ela preserva minha sanidade.
Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes.
Algumas pessoas passam por sua vida, outros a acompanham até que não lhes seja mais possível, outro estão mais perto do que parecem.
 O que uma pessoa diz e o que acontece costumam ser duas coisas diferentes.
Imagine sorrir depois de levar um tapa na cara. Agora, imagine fazê-lo vinte e quatro horas por dia.



19 novembro 2018

[Semana Especial A menina que roubava livros] Dia 1

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Olá, leitores.

A postagem de hoje é sobre um livro que tem muito significado em minha vida literária, afinal, foi o primeiro livro que comprei. Antes de contar a minha história com A menina que roubava livros e como comecei a buscar os livros da Intrínseca, aproveito para contar para vocês que o livro surpresa da caixinha do mês de Dezembro do Intrínsecos será O construtor de pontes do Markus Zusak e este mês será duplamente especial, já que é o mês em que a Intrínseca completa 15 anos.


Por isso, o blog estará participando da Semana Especial A menina que roubava livros e até o dia 26/11 terão muitas postagens legais sobre o tema. Aproveito para convidar vocês, leitores, a darem ideias sobre os temas que querem que eu aborde ao longo dessa semana. 


Como conheci A menina que roubava livros?




Em 2007, meu último ano do ensino médio, resolvi em cima da hora dar uma festa de aniversário e acabei ganhando dois vales das Livrarias Curitiba. Na época estava começando a gostar de ler e buscava livros mais fáceis, porém quando fui resgatar os vales a vendedora acabou me convencendo a comprar A menina que roubava livros porque era um dos livros mais vendidos na época e ela tinha certeza de que eu gostaria. Acabei lendo umas cem páginas e abandonei a leitura, acredito que não tinha maturidade suficiente para a leitura. 

Um ano depois, minha mãe resgatou o livro na estante e devorou em poucos dias, depois da leitura ela não sossegou enquanto eu não tentasse ler novamente e desta vez a leitura me deixou apaixonada. Desde os primeiros capítulos percebi que havia amadurecido e concluí a leitura em poucos dias, chorei desesperadamente durante a leitura e finalmente pude aproveitar o livro como ele merecia. Por isso, desde essa experiência tenho para mim que um livro pode não agradar da primeira leitura, porém à medida que você evolui a leitura pode ter um significado completamente diferente. 

Foi com A menina que roubava livros que firmei meu gosto pela leitura e desde então busquei conhecer melhor o trabalho da Intrínseca, comprei vários livros e em 2014 consegui a tão sonhada parceria. É a única editora que tenho parceria ininterrupta há cinco anos e tenho um carinho especial por eles e todas as publicações.

Agora quero saber de vocês, leitores, qual é a sua história com A menina que roubava livros?