Olá, leitores.
Amanhã, 10 de dezembro, a Editora Intrínseca está completando 15 anos e para comemorar o dia em grande estilo haverá o Alô, Intrínseca. O pessoal da editora fará duas lives no Instagram (uma às 12h e outra às 20h) e para participar vocês deverão preencher o formulário e torcer para serem os sortudos que receberão a ligação durante a transmissão e, é claro, atender ao telefonema falando: Alô, Intrínseca! - então serão feitas perguntas sobre a história da editora, seus livros e autores e quanto mais você acertar, mais brindes irá faturar.
E é em clima de festa que resolvi fazer essa postagem para relembrar os momentos maravilhosos que passei junto da editora ao longo desses 11 anos que a acompanho e os 5 anos que tenho maior contato, como parceira. Como mencionei na primeira postagem da Semana Especial A menina que Roubava livros, foi com esse título que iniciei minha vida literária e sou muito grata por isso, já que passei da menina que não conseguia ler um capítulo para uma leitora voraz.
É claro que nestes cinco anos como parceira tive a oportunidade de acompanhar os lançamentos de pertinho, participar da Bienal de 2014 e conhecer o pessoal da editora, além de participar de algumas pré-estreias em Curitiba e duas Turnês Intrínseca e, em uma delas, ajudar o pessoal na organização.
Já li muitos livros maravilhosos da Editora Intrínseca, mas os que irei deixar a seguir foram os que mais me cativaram e gostaria de dividir com vocês. A lista de favoritos de 2018 foi feita em outra postagem, nesta irei deixar os livros que mais me conquistaram ao longo dos anos que acompanho a editora:
Infelizmente, o blog começou bem depois que fiz a leitura de A Menina que Roubava Livros, então não tenho a obra resenhada, porém vocês poderão conferir as postagens sobre o livro na Semana Especial.
"Já ouvi dizer que as pessoas encantadoras, poderosas, têm o dom de nos fazer sentir como se fôssemos a única criatura no mundo, e agora sei exatamente o que isso significa. Não sei bem o que ela faz, ou como faz - outra pessoa teria parecido excessivamente ávida, até obsequiosa -, mas, quando Alice me dá atenção dessa maneira, eu me sinto radiante, reconfortada pela certeza de ser plenamente compreendida."
"O que estou querendo dizer é: talvez você possa se dar ao luxo de esperar. Talvez para você haja um amanhã. Talvez para você haja mil amanhãs, ou três mil, ou dez, tanto tempo, que você possa se banhar nele, deixar rolar, deixá-lo cair como moedas entre os dedos. Tanto tempo que você possa desperdiçá-lo.
Mas, para alguns de nós, só existe o hoje. E a verdade é que nunca se sabe quando chegará a sua vez."
"Eu queria dizer a ela que estava melhorando, porque essa é a narrativa esperada quando se trata de doenças: um obstáculo que você superou, uma batalha que venceu. Doença é uma história contada no pretérito."
"Mas a verdade é que Rose quer ficar sob os holofotes porque tem medo do escuro.
Ela quer todas as atenções, porque tem medo de ficar sozinha.
E é por isso que nunca posso me apaixonar pela Rose.
E é por isso que a expressão no seu rosto, quando ela mentiu para mim hoje a respeito daquela mensagem de texto, me deixou com muito medo por ela. Rose não aguentaria ser ferida de novo."
"Porque foi isso que eu percebi morando em Folgate Street, nº1. Você pode tornar o ambiente em que vive tão refinado e vazio quanto quiser. Mas isso não importa se você ainda estiver bagunçado por dentro. E, na verdade, todos nós estamos buscando isso, não é mesmo? Alguém que cuide da bagunça que há dentro da nossa cabeça."
"Em Silver Bay, eu tinha grande consciência da minha visibilidade. Mesmo de camiseta e calça jeans, era como se a falta de sal no corpo deixasse minhas intenções transparecer. E, considerando o quanto a área era deserta, de algum modo parecia habitada demais, muito influenciada por sua população. Era uma nova experiência para mim, mas, por algum motivo, eu não conseguia enxergar com clareza."










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