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31 dezembro 2021

Resenha: O exorcismo da minha melhor amiga - Grady Hendrix

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Editora: Intrínseca
Ano: 2021
Páginas: 320
Tradutor: Edmundo Barreiros

                                                                 

Outono de 1988. As melhores amigas Abby e Gretchen cursam o ensino médio em uma prestigiosa escola católica, mas são meninas populares que idolatram Madonna e odeiam os pais. Quando as duas experimentam alucinógenos, Gretchen decide nadar nua no riacho, mas acaba desaparecendo a noite inteira e volta… estranha. Está carrancuda, irritadiça, cheia de espinhas e cicatrizes e usa sempre as mesmas roupas largas e feias. Não demora muito para eventos bizarros e sangrentos começarem a acontecer por onde ela passa.

Preocupada com a amiga, Abby decide investigar o que aconteceu naquela noite. Suas descobertas são aterrorizantes, e tudo indica que Abby não vai escapar ilesa se não se afastar de Gretchen. Agora, o destino das duas depende de uma única pergunta: a amizade delas é forte o bastante para derrotar o diabo?   [+]

06 agosto 2021

Resenha: Terra Faminta - Andrew Michael Hurley

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Editora: Intrínseca
Ano: 2021
Páginas: 240
                                                                   

Quando o filho de cinco anos de Juliette e Richard morre de repente após cometer uma série de atos inexplicáveis de violência — instigado, segundo ele, por uma voz misteriosa —, o mundo dos dois desmorona. Seis meses depois, Juliette se recusa a sair de casa e passa os dias fazendo gravações no quarto do filho, esperando conseguir provas de que ele continua lá. Enquanto isso, Richard tenta ao máximo não pensar no menino e volta a atenção para o terreno do outro lado da rua, o qual escava pacientemente, em busca de fragmentos de um carvalho lendário.

Assombrados por um presente doloroso e uma expectativa interrompida de futuro, os dois são confrontados pela estranheza e pela solidão de um lugar agora tomado pelo sofrimento. De um lado, o luto deixa cada vez mais clara a distância que os separa; de outro, eles buscam desesperadamente uma ponta de esperança — apenas para desenterrar um profundo terror.

Com a incrível habilidade de criar um mundo definido pelo bizarro, em Terra faminta Andrew Michael Hurley entrelaça com perfeição a selvageria da natureza e descrições capazes de evocar horror. Nesta narrativa inquietante, o sobrenatural e a vida cotidiana se confundem, criando um retrato assustador do que acontece no limiar entre a dor e a sanidade. A obra chega ao Brasil em edição de luxo, com ilustrações exclusivas do artista alagoano Midrusa e capa dura. [+]

08 junho 2019

Resenha: O que aconteceu com Annie - C. J. Tudor

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Editora: Intrínseca
Ano: 2019
Páginas: 288

Quando Joe Thorne era adolescente, sua irmã mais nova desapareceu. Vinte e cinco anos depois, um e-mail anônimo o leva mais uma vez ao passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Atolado em dívidas e bem longe do vilarejo onde cresceu, Joe precisa escapar das pessoas perigosas que estão atrás dele, mas também vê a oportunidade de resolver o que arrasta consigo há mais de duas décadas. Retornar a Arnhill parece a única opção.

Mas voltar também significa abrir velhas feridas e reencontrar pessoas e lugares que ele nunca mais pensou que veria. Afinal, alguns segredos são grandes demais — e Joe não faz ideia de onde está se metendo.

Neste suspense de ares sobrenaturais, o leitor é carregado por reviravoltas sombrias que o deixam na expectativa até o fim. O que Aconteceu com Annie é uma viagem ao lugar mais escuro de um passado que precisa ser esquecido.



Classificação:      



"Esse é o problema com a vida. Ela nunca dá um aviso. Nunca oferece nenhum indício, por menor que seja, de que um momento pode ser importante. Você pode querer torná-lo mais longo, saboreá-lo. A vida nunca nos permite saber que algo vale a pena ser guardado até o último minuto. 
Vi Annie afastar-se saltitante, feliz, inocente, despreocupada, e eu não tinha ideia de que aquela seria a última vez que a veria daquele jeito." Página 140



O que aconteceu com Annie é o livro da caixinha de março do clube de assinatura da Editora Intrínseca, de autoria de C. J. Tudor,  o livro foi lançado para compra em maio e foi a minha primeira opção de solicitação, pois sou apaixonada por leituras que envolvem mistério e investigação. Confesso que desde a divulgação das pistas pela editora o livro me chamou atenção, apesar de estar com receio por causa de uma das pistas - sobre ter medo dos mortos, já que trabalho no IML. Mas fui corajosa e consegui concluir a leitura, até mesmo quando estava de plantão.

O livro nos apresenta a história de Joe Thorne, um homem que decide voltar para a cidade que cresceu ao assumir o cargo de professor em uma escola da região. Ao retornar, ele se vê próximo das pessoas com quem conviveu durante a adolescência e alguns sentimentos vêm a superfície. Seu retorno já faz a cidade inteira comentar já que o homem decidiu ficar na casa em que havia recentemente acontecido um homicídio, seguido de suicídio, em que uma professora havia assassinado seu filho, e em seguida tirou a própria vida. Então além de ser o substituto desta professora na escola, ainda alugou sua casa para morar enquanto estivesse em Arnhill. 

Ao presenciar um aluno praticando bullying, Joe defende a vítima, e descobre que o agressor é filho de um de seus antigos colegas de escola. Ao se aproximarem, os segredos do grupo de amigos começam a surgir, incluindo o desaparecimento de Annie - irmã mais nova de Joe. Segundo um e-mail que o protagonista recebe pouco antes de sua mudança, o que aconteceu com Annie está acontecendo com outras crianças e adolescentes e pode vir a acontecer mais vezes, então Joe parte em busca de respostas sobre o quê realmente aconteceu com sua irmã há tantos anos. Este é um livro que instiga o leitor a não deixar a leitura de lado nem por um minuto, consegui finalizar a leitura rapidamente e não via a hora de descobrir o que realmente havia acontecido com a pequena Annie.


"Sei como é. Estamos sempre ocupados demais, concentrados demais no simples esforço de enfrentar o dia a dia: trabalhar, pagar as contas, a hipoteca, fazer compras... que não queremos olhar mais a fundo. Não nos atrevemos. Queremos que as coisas estejam bem. Que sejam exageradamente boas. Porque não temos energia mental para lidar com o que não está bem. É só quando acontece algo ruim, algo irrecuperável, que vemos as coisas como elas são. Mas aí é tarde demais." Página 188


Assim que recebi o livro já iniciei a leitura, tamanha curiosidade e não me arrependi. Como já havia lido O homem de giz, já conhecia a autora,  mas com O que aconteceu com Annie fiquei ainda mais apaixonada por sua forma de conduzir as histórias. Conferi por vídeos a edição que a editora enviou para os assinantes de Intrínsecos e adorei, mas a edição para as livrarias não deixou a desejar. O livro tem capa dura, conta com elementos da história na capa, além de ser bastante chamativa por causa das cores utilizadas.

O interior do livro é igualmente bem trabalhado, os detalhes em preto na borda das folhas deixaram a edição ainda melhor. A diagramação está boa, capítulos alternam entre a adolescência de Joe e a vida adulta, dando ao leitor a oportunidade de acompanhar o protagonista nestas duas fases de sua vida, a revisão está boa e a forma com que a autora conduz a narração faz com que o leitor fique envolvido com a leitura e não queira parar enquanto não descobrir o que realmente aconteceu com Annie Thorne. Sem dúvida, é um livro indicadíssimo para aqueles que gostam de histórias de terror e mistério.



"Não acredito em destino.
Às vezes, porém, a vida parece ter um quê de inevitável, um curso difícil de alterar.
Tudo começou aqui, no poço. E, ao que parece, é também onde terminará.
As coisas não aconteceram exatamente como imaginei. Não foi como planejei. Mas esse é o problema dos planos -  eles nunca funcionam como imaginamos. Os meus, por outro lado, parecem nunca funcionar, de forma nenhuma." Página 262

21 fevereiro 2018

Por dentro da tela: Terror na estrada

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Data de lançamento 2015

Duração:  1h 22min
Direção: Iain Softley
Gêneros: Terror, Suspense
Nacionalidade: EUA



Após dar carona a um estranho em uma estrada deserta, uma jovem praticamente assinou a sua sentença de morte. Isso porque o homem acaba se revelando um predador da pior espécie. Desesperada e sem saber o que fazer para fugir, ela toma uma atitude drástica: capotar o seu carro em alta velocidade, e torcer para sair com vida.



Classificação:    





Sou fanática por filmes de suspense e terror, então ao ver Terror na estrada disponível no catálogo da Netflix não hesitei em assistir. Além disso, a Julianne Hough - protagonista do filme - é uma das minhas bailarinas favoritas e confesso que foi interessante ver um filme dela que não envolve dança.

Mallory é uma jovem que está com o casamento marcado porém logo nas primeiras cenas do filme em uma conversa com sua irmã ela se mostra em dúvida deste grande passo que está dando em sua vida. Ao mudar a rota de sua viagem, um defeito no carro faz com que ela tenha que ficar parada até um homem misterioso lhe oferecer ajuda. Ao arrumar o carro, ela segue viagem, porém mesmo sabendo que é perigoso já que ela não o conhece, acaba oferecendo carona para Christian. Ao jogar um pouco de conversa fora, o homem se mostra um predador e para tentar fugir de seu trágico destino a jovem joga o carro para fora da estrada e acaba capotando em uma descida. Ao acordar percebe que está viva, porém seu pé está preso e o homem que lhe aterrorizava sumiu. 

Terror na estrada é um filme que deixará qualquer mulher agoniada do início ao final, pois podemos nos colocar no lugar da protagonista e pensar: e se fosse comigo? Este é um filme pesado, desesperador e o final foi surpreendente. A atuação da Julianne Hough ficou impecável, a atriz conseguiu passar ao telespectador a carga dramática que a personagem queria transmitir e Teddy Sears, Christian, desempenhou bem o seu papel e me deixou indignada com o personagem. Indico este filme para aqueles que gostam de filmes de suspense que mexem a capacidade humana primordial: sobrevivência. 






25 janeiro 2018

Por dentro da tela: The Rezort

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Lançamento: 2016 
Duração: 1h 30min
Gêneros: Terror sobre zumbis
Direção: Steve Barker





Após um apocalipse zumbi, os mortos-vivos são confinados a um safári de luxo onde são caçados por turistas, mas uma falha no sistema de segurança muda as regras do jogo.





Classificação:    





Confesso que não sou muito fã de filmes de terror com zumbis, porém ao pesquisar os filmes da Jéssica De Gouw (Helena Bertinelli, Arrow) vi que a atriz era protagonista em The Rezort e acabei dando uma chance para a produção, já que adorei a sua participação em Arrow.

The Rezort começa dando uma mostra de como a situação está caótica, após um código ser acionado no local em que zumbis eram retidos como forma de diversão para os sobreviventes do apocalipse. Poucos minutos depois a produção retorna a dez dias, e a protagonista Melanie se encontra em uma reunião para os sobreviventes da guerra contra os zumbis. A mulher perdeu o pai e com o apoio do namorado embarca em uma viagem ao famoso Rezort, um local em que os zumbis eram mantidos para satisfazer os desejos de matança da população. Com toda a segurança voltada para a contenção dos zumbis e proteção dos hóspedes, o lugar é bastante visitado por aqueles que têm algum desejo obscuro por caçar zumbis, curiosidade ou até mesmo por recomendação médica para superar a ansiedade por causa do apocalipse.

Ao chegar ao Rezort, há uma expedição de caça em que instrutores vão com os hóspedes, mas se o local estivesse em condições normais não apresentaria qualquer risco às pessoas, porém há uma falha na segurança e os zumbis são libertados, dando início a uma nova guerra. Melanie, seu namorado e outros hóspedes se unem para chegar à sala de controle e voltar para a segurança, porém o caminho é tortuoso e sem nenhuma garantia de que escapem com vida já que existem muitos zumbis, pouca munição e quase nenhum treinamento para exterminar os inimigos.

A premissa do filme é bem diferente e logo no início acabei ficando estarrecida ao ver que as pessoas pagavam caríssimo para matar zumbis nessa distopia, porém com o passar do tempo a ideia do filme acabou sendo válida já que nesse mundo não se pode duvidar que há pessoas para tudo. A protagonista é bastante introvertida no começo, mas ganha força com o passar do filme e o final é algo que nunca esperei. Mesmo não sendo a maior fã de filmes deste gênero, gostei bastante de The Rezort e a atuação da Jessica De Gouw surpreendeu, como sempre. 











30 março 2017

Por dentro da tela: Ouija - Onde Tudo Começou

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Título Original: The Ouija Experiment
Ano Lançamento: 2011
Gênero: Terror
Duração: 87 minutos



Baseado em fatos reais, " Ouija – Como Tudo Começou" é a história de cinco amigos que decidem filmar uma sessão experimental com um tabuleiro Ouija, na esperança de criar um vídeo para internet e de algum modo "ficarem famosos". Presos em seus dramas pessoais, o grupo não segue as regras do jogo e logo são aterrorizados por entidades malignas.




Classificação:    







Ouija - Onde Tudo Começou é um filme de terror, baseado em fatos reais, cujos personagens gravam uma experiência com um tabuleiro Ouija em busca de fama na internet. Cinco amigos procuram conversar com os espíritos ligados ao jogo, no filme somos apresentados a Michael - quem está comandando o jogo e têm pavor de filmagens - Shay, LyNette, Brandon e Calvin.

Michael apresenta as regras do jogo aos amigos e começam o contato com os espíritos Lisa e Joseph, acreditando que o homem é o espírito dominante. Aos poucos a situação começa a sair do controle e os amigos começam a ser perseguidos por entidades raivosas, dando vários sustos e alguns problemas aos protagonistas.

O filme é gravado pelos próprios atores, então não tem nada de muito interessante na edição, pois mostra uma gravação caseira e sem efeitos. Os atores não são muito convincentes e além de clichê, este Ouija não proporciona bons sustos. Este foi o segundo filme da temática que vi no mesmo dia, então ficou bem abaixo das expectativas, apesar de a história dos espíritos ser bem melhor do que a de Ouija - O Jogo dos Espíritos. Este filme também está disponível no catálogo da Netflix, mas não curti muito a produção. 





12 março 2017

Por dentro da tela: Ouija - O Jogo dos Espíritos

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Título original:  Ouija
Distribuidor: H2O Films
Ano de produção: 2014




Filme baseado no jogo de mesmo nome, utilizado para estabelecer comunicação com espíritos. De acordo com as regras do jogo, os espíritos fazem uma pedra se mover sobre letras em um tabuleiro, compondo frases destinadas aos jogadores. Na trama, uma adolescente deve lidar com a morte da irmã, e usa Ouija para falar com ela.







Classificação:     



Desde pequenas as melhores amigas Debbie e Laine costumam jogar no tabuleiro Ouija, que tem como função estabelecer a comunicação com os espíritos. Algumas pessoas acreditam, outras não. Quando Debbie, aparentemente, comete suicídio, Laine descobre um vídeo em que a amiga estava arrumando sua casa e encontrou o tabuleiro, além disso nas imagens mostram Debbie conversando sozinha com o tabuleiro, por diversão. 

Laine acredita que a amiga não se matou, mas sim o tabuleiro tem algo a ver com sua morte, então ela, sua irmã mais nova, seu namorado, o namorado de Debbie e uma amiga em comum vão até a casa de Debbie para manter contato com a garota. 

Ao estabelecer o contato com um espírito, os amigos acreditam estar conversando com Debbie, porém isso logo cai por terra e a história do desaparecimento de uma garotinha que aconteceu na mesma casa em que a melhor amiga de Laine morava, vem à tona. Ao investigar essa história, Laine descobre uma pessoa que poderia lhe ajudar a desvendar esse mistério, porém nada é tão fácil quanto ela imaginava.

Confesso que queria muito ver esse filme pela atuação da Shelley Hennig, mas a personagem dela já aparece morta (Debbie), então me decepcionei um pouco nesse sentido. A história é bastante clichê e o filme não é tão assustador quanto imaginava, porém a atriz Olivia Cooke conseguiu segurar as pontas e deu vida à história. Sua atuação foi impecável e com ela pudemos descobrir mais sobre o aparente suicídio de sua amiga, além da história do fantasma com quem o grupo se envolveu. Para quem gostou da história, o filme encontra-se disponível no catálogo da Netflix e vale a pena conferir. 










13 julho 2016

Por dentro da tela: Floresta Maldita

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Título original: The Forest
Distribuidor: Paramount Pictures
Ano de produção: 2016
Gênero: Terror




Sara tem uma irmã gêmea e está preocupada com o seu desaparecimento misterioso. O maior receio dela é que a irmã tenha ido para a floresta de Aokigahara, no Japão, mais conhecida como a floresta dos suicidas. Apesar de todos a alertarem para não ir, ela entra na floresta, repleta de horrores inexplicáveis, determinada a descobrir a verdade sobre o destino de sua irmã.




Classificação:        



25 julho 2013

Por dentro da tela: A aparição

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Título Original: The Apparition
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 82 minutos
Ano de Lançamento: 2012
Estúdio/Distrib.: Warner Bros.



Acontecimentos assustadores passam a ocorrer na casa do jovem casal Kelly (Ashley Greene) e Ben (Sebastian Stan), e eles descobrem que estão sendo assombrados por um espírito invocado acidentalmente durante uma experiência parapsicológica na universidade. O espírito aterrorizante se alimenta de seu medo e os persegue para onde quer que fujam. A última esperança é encontrar um especialista em atividade paranormal (Tom Felton), mas, mesmo com a ajuda dele, pode ser tarde demais para se salvarem dessa terrível força do mal.


Classificação:  

18 julho 2013

Por dentro da tela: The Mooring

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Titulo Original:The Mooring
Gênero:Suspense / Crime
Duração:1h29min
Diretor:Glenn Withrow
Ano de Lançamento:2012


A cada 40 segundos uma pessoa desaparece no planeta. No norte de Idaho, um grupo de meninas adolescentes participaram de um acampamento de verão. Elas foram informadas de que seria um verão de mudança.


Classificação: